Uma vez estava no mineirão no jogo do Galo no inicio da segunda rodada do Brasileirão. A torcida estava impaciente com Renan Oliveira, reflexos do penalti errado contra o Palmeiras. Era só o garoto colocar o pé na bola que parte da torcida vaiava. Ora, prata da casa é prata da casa, o torcedor preferia bater palmas para o Júnior, jogador de fim de carreira, que nunca se inaginou jogando pelo Atlético, aliás, seguer sabe da história do clube, do que valorizar a prata da casa.
É bom ter Tardelli, Ricardinho, Carine e tantos outros que vieram de fora, mas não podemos deixar de valorizar aqueles que brigam com unhas e dentes por um lugar ao sol no time do Galo. Garotos que sonham em vestir a camisa do clube e entrar em campo para ouvir a torcida gritar seu nome.
Essa mistura é fundamental para a formação de um bom time. É preciso ter identidade com o clube e também de jogadores experientes.
É bom pensar nisso galera.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
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2 comentários:
Qual foi o jornalista que deixou o Tardelli estressado? Foi o Roberto Abras?
Ah, e quanto ao post: é preciso ter equilíbrio. Valorizar a prata da casa é sempre bom, mas há de se lembrar do Cairo, que jogou 800 anos como "a grande promessa" e nunca deu em nada. Também não dá pra morrer abraçado com o cara só porque é prata da casa. O último que falou em "morrer abraçado" no Galo foi Ricardo Guimarães, falando do Tite. Deu no que deu.
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