sábado, 28 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Discurso de Obama: vibrante como na campanha
Obama fez ontem à noite um discurso no Congresso americano (vejam post abaixo). Escolheu três pontos essenciais (energia, sistema de saúde e educação) e pediu apoio à mudança regulatória que vai propor para o mercado financeiro.
O presidente americano garantiu que o crédito voltará a fluir na economia, mas a verdade é que o plano de resgate ainda não funcionou. O governo terá que mudar de estratégia e talvez não haja outro caminho a não ser estatizar os maiores bancos. E isso deve acontecer nos próximos dias. A situação dos grandes bancos piorou durante o carnaval.
Ele está tentando evitar a estatização, que elês chamam de nacionalização. É o estado tomando conta dos bancos, mas no Proer o que aconteceu: o Banco Central entrou, não estatizou, vendeu a parte boa, com a garantia, e ficou com a parte podre. Aqui, a gente conseguiu punir os maus gestores.
O problema de Obama é que que ele não tem uma lei como a que existia no Brasil, no Proer, que pôs os bens dos controladores dos bancos indisponíveis.
do Blog da Míriam Leitão
O presidente americano garantiu que o crédito voltará a fluir na economia, mas a verdade é que o plano de resgate ainda não funcionou. O governo terá que mudar de estratégia e talvez não haja outro caminho a não ser estatizar os maiores bancos. E isso deve acontecer nos próximos dias. A situação dos grandes bancos piorou durante o carnaval.
Ele está tentando evitar a estatização, que elês chamam de nacionalização. É o estado tomando conta dos bancos, mas no Proer o que aconteceu: o Banco Central entrou, não estatizou, vendeu a parte boa, com a garantia, e ficou com a parte podre. Aqui, a gente conseguiu punir os maus gestores.
O problema de Obama é que que ele não tem uma lei como a que existia no Brasil, no Proer, que pôs os bens dos controladores dos bancos indisponíveis.
do Blog da Míriam Leitão
Foi só conquistar a prefeitura de BH, que Aécio já descarta Pimentel

Fernando Pimentel (ex-prefeito de BH pelo PT), em vez de fazer seu sucessor na prefeitura de Belo Horizonte, preferiu aliar-se ao adversário e apoiar o candidato do governador tucano Aécio Neves.
Pimentel contava com o apoio de Aécio, em reciprocidade, para candidatar-se a governador em 2010.
Passou a eleição, e mal Aécio ocupou os espaços conquistados na prefeitura de BH, já coloca na rua a candidatura tucana de seu vice Antonio Anastasia para sua sucessão ao governo de Minas em 2010.
O vice tem adotado uma agenda cada vez mais política, representando o governador em viagens ao interior, onde anuncia e inaugura obras e estabelece articulações com políticos locais.
No estilo político tipicamente mineiro, quando perguntam sobre candidatura, responde "Não vou dizer nem que sim, nem que não, porque é uma hipótese futura."
Segundo o presidente do PSDB mineiro, Paulo Abi-Ackel, "Apesar de técnico, ele tem demonstrado carisma político".
O presidente estadual do PT mineiro, deputado Reginaldo Lopes, já dá como certa a candidatura tucana: "O nome deles é o Anastasia".
Deu no Estadão
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Com um a menos, Atlético-MG faz 2 a 0 no Rio Branco e pula para o quarto lugar

Após expulsão de Carlos Júnior aos 42 minutos, Galo chega à vitória com gols de Carlos Alberto e Éder Luis
O Atlético-MG entrou em campo com uma formação ofensiva, na tentativa de sufocar o adversário. Mas foi só depois de perder um jogador que chegou à vitória por 2 a 0 sobre o Rio Branco, neste sábado, no Mineirão. O time pulou para a quarta colocação do Campeonato Mineiro, com 11 pontos, ultrapassando o próprio Rio Branco, que ficou estacionado nos nove, e o América-MG, que tem dez.
Na próxima rodada, o Galo recebe o Uberlândia, às 16h de sábado, e o Rio Branco pega o Social, também em casa, às 16h de domingo.
Tardelli começa o jogo perdendo gol
Carlos Júnior ganhou a disputa com Yuri por uma vaga no time, mas nem terminou o primeiro tempo. Foi expulso aos 42 minutos. Antes de sair de campo, o jogador de 20 anos era o responsável por carregar a bola desde o meio-campo até o ataque, às vezes caindo pela direita. Éder Luis se movimentava pela esquerda, e Tardelli ficava mais centralizado.
Tardelli teve a chance, logo aos três minutos, de tirar o zero do placar. Ele recebeu passe de Éder Luis, após desarme na saída de bola do Rio Branco, mas chutou fraquinho, já dentro da área.
Defensivamente, o Galo foi quase perfeito. Só tomou susto duas vezes, ambas com Márcio Diogo. Na segunda, recebeu passe do goleiro atleticano Juninho, que, ao tentar afastar a bola, chutou rasteiro nos pés do meia. Ele tentou arriscar da intermediária e bateu mal, em direção à lateral. E ainda se machucou, tendo de ser substituído.
Com um a menos, Atlético abre o placar
No ataque, no entanto, o Atlético tinha muita dificuldade. Quem mais se movimentava era Éder Luis. Carlos Júnior também corria, mas sempre de forma improdutiva. Aos 39, ele teve boa chance, ao dar um corte no adversário e ficar pronto para o chute. Mas resolveu dar outro corte. Perdeu a jogada e ainda levou o cartão amarelo, por causa de uma dividida com o goleiro. Três minutos depois, deu um bicão na bola, após sair com ela pela lateral, e foi expulso.
Curiosamente, o gol veio logo após a expulsão de Carlos Júnior. Tardelli recuou para o meio-campo e iniciou a jogada. Márcio Araújo fez o lançamento, e Carlos Alberto esticou a perna, tirando a bola do alcance de Glaysson.
No segundo tempo, aposta em contra-ataques
No segundo tempo, foi o Rio Branco que tomou a iniciativa de atacar. Mas não soube aproveitar a vantagem de ter um jogador a mais. Pelo contrário: ao avançar, deu espaços para que o Atlético explorasse os contra-ataques. E foi aí que Tardelli e Éder Luis ganharam importância.
Em vez de ficar preso entre os zagueiros, Tardelli passou a cair pelas pontas. Aos dez minutos, ele ganhou do adversário na corrida e deu passe para Márcio Araújo na área. Ele chegou um pouco atrasado e, com o gol escancarado à sua frente, chutou para fora.
Éder Luis marca o segundo
Tardelli trocou de papel aos 25 minutos. Foi a vez de ele receber livre na entrada da pequena área, após jogada de Éder Luis pela ponta. Mas o artilheiro do Mineiro chutou mal, acertando a trave. Graças aos contra-ataques, o Atlético teve mais chances de gol no segundo tempo do que no primeiro. Aos 28, veio outra oportunidade clara. Na frente do goleiro, Éder Luis resolveu presentear Tardelli, mas o passe saiu fraco, dando tempo para Glaysson fazer a defesa.
O segundo gol saiu aos 35 minutos. Sem presentear ninguém, Éder Luis avançou com a bola e chutou da entrada da área, no canto esquerdo do goleiro. Dono do segundo tempo, o Galo ainda teve tempo de perder outro gol feito, desta vez com Raphael Aguiar - que substituíra Tardelli. E ele fez como o titular: recebeu na entrada da área e chutou na trave.
Do Globo Esporte
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
O Cheiro do ralo

De fato, “há algo de podre no reino da Dinamarca”, ou para ser mais correto, há algo de podre no futebol mineiro. Vamos deixar de lado o torcedor que existe em cada um de nós e tentaremos fazer uma análise critica dos últimos fatos que aconteceram no futebol mineiro.
O Clássico realizado no último dia 15/02, mostrou como estamos, no mínimo, despreparados e o quanto o campeonato mineiro é amador. Os erros de arbitragem foram contundentes e para ambos os lados, mas fico lembrando daquele arbitro Edílson Pereira de Carvalho envolvido no esquema de manipulação de resultados conhecido como Máfia do Apito. E aí fica a reflexão, até que ponto temos que ser complacentes aos erros de arbitragens como ocorreram no clássico.
E digo mais, assim como a arbitragem, ando meio desconfiado com certa imprensa esportiva mineira. Comentaristas que analisam jogos muito diferentes que os demais mortais vêem. Exaltação demais para quem pouco jogou, e aqueles que não caíram nas graças da mídia corrompida ou não tem um bom empresário para barganhar prêmios de “melhor” em campo, mesmo tendo apresentado uma boa partida são deixados de lado e aos poucos vão perdendo a motivação. Como dizem por aí: “ É difícil ser jogador profissional no Brasil”.
A imprensa esportiva mineira em 90% beira a mediocridade, os demais 10% tentam fazer uma boa cobertura, mas muitas das vezes não conseguem romper as praticas viciadas existentes nos gramados mineiros.
No país do futebol, onde jogadores ganham fortunas fora da realidade da população brasileira, a corrupção não é um pecado exclusivo dos políticos. Nesse caso, Kalil tem razão em suas criticas, pois o futebol mineiro não é bonito de se ver de perto.
Barbárie Brasil
Do Blog do Juca
O cara que matou meu pai, em 1985, depois de uma tentativa de assalto, tinha vários roubos nas costas, tinha sido condenado, preso, mas estava em regime semi-aberto.
Ficou preso até 1999 depois de assassinar um Procurador de Justiça e voltou ao regime semi-aberto.
Três anos atrás foi preso outra vez, sabe-se lá até quando.
No Brasil é assim.
As coisas são recorrentes, se repetem, por mais absurdas que sejam.
E não adianta culpar a PM, a Justiça, o Congresso Nacional, o presidente, o governador ou o prefeito, nem os torcedores uniformizados.
Resta constatar que isto é Brasil, o país que viu ontem, além de mais uma morte de torcedor e mais de 40 feridos, 59 ônibus depedrados em Belo Horizonte depois do clássico no Mineirão, além de tiros na saída do Maracanã.
Porque vivemos num país em que ainda há trotes violentos até em universidades ditas de respeito.
Esperar o que de nós mesmos?
Nós somos inúteis!
O cara que matou meu pai, em 1985, depois de uma tentativa de assalto, tinha vários roubos nas costas, tinha sido condenado, preso, mas estava em regime semi-aberto.
Ficou preso até 1999 depois de assassinar um Procurador de Justiça e voltou ao regime semi-aberto.
Três anos atrás foi preso outra vez, sabe-se lá até quando.
No Brasil é assim.
As coisas são recorrentes, se repetem, por mais absurdas que sejam.
E não adianta culpar a PM, a Justiça, o Congresso Nacional, o presidente, o governador ou o prefeito, nem os torcedores uniformizados.
Resta constatar que isto é Brasil, o país que viu ontem, além de mais uma morte de torcedor e mais de 40 feridos, 59 ônibus depedrados em Belo Horizonte depois do clássico no Mineirão, além de tiros na saída do Maracanã.
Porque vivemos num país em que ainda há trotes violentos até em universidades ditas de respeito.
Esperar o que de nós mesmos?
Nós somos inúteis!
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Lopes e Tchô são vetados para o clássico
Leão perde mais duas opções para o seu meio-campo
O técnico Emerson Leão ganhou mais dois desfalques para o seu meio-campo nesta sexta-feira. O treinador, que já tinha perdido a possibilidade de utilizar Renan Oliveira no clássico contra o Cruzeiro, por causa de uma leve entorse no joelho direito, perdeu também Lopes e Tchô. Os dois atletas foram vetados pelo departamento médico do clube, por causa de estiramentos na região posterior da coxa esquerda, e não encaram o maior rival no domingo.
“As notícias, infelizmente, não são boas. Os dois jogadores fizeram um exame de ressonância magnética ontem (quinta) à tarde. O Tchô teve um estiramento muscular pequeno, de grau 1, mas de qualquer forma incapacita o jogador para o jogo de domingo. O Lopes, também com um estiramento muscular, um pouco maior do que o do Tchô, de grau 2, também vai desfalcar o Atlético no domingo”, avisou o médico Rodrigo Lasmar.
Segundo Lasmar, Lopes será desfalque por mais tempo. “O Lopes tem uma previsão de pelo menos umas três semanas de tratamento, para que esteja totalmente recuperado, e o Tchô, um período um pouco menor, provavelmente por 15 dias”. (LM)
O técnico Emerson Leão ganhou mais dois desfalques para o seu meio-campo nesta sexta-feira. O treinador, que já tinha perdido a possibilidade de utilizar Renan Oliveira no clássico contra o Cruzeiro, por causa de uma leve entorse no joelho direito, perdeu também Lopes e Tchô. Os dois atletas foram vetados pelo departamento médico do clube, por causa de estiramentos na região posterior da coxa esquerda, e não encaram o maior rival no domingo.
“As notícias, infelizmente, não são boas. Os dois jogadores fizeram um exame de ressonância magnética ontem (quinta) à tarde. O Tchô teve um estiramento muscular pequeno, de grau 1, mas de qualquer forma incapacita o jogador para o jogo de domingo. O Lopes, também com um estiramento muscular, um pouco maior do que o do Tchô, de grau 2, também vai desfalcar o Atlético no domingo”, avisou o médico Rodrigo Lasmar.
Segundo Lasmar, Lopes será desfalque por mais tempo. “O Lopes tem uma previsão de pelo menos umas três semanas de tratamento, para que esteja totalmente recuperado, e o Tchô, um período um pouco menor, provavelmente por 15 dias”. (LM)
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Márcio Lacerda ironiza reclamação do PT por falta de espaço
Amigo da onça
Portal Uai:
O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), ironizou nesta quarta-feira as reclamações que estão sendo feitas pelos petistas por causa da perda do espaço do partido para o PSDB na atual administração. "Que eu saiba não tem nenhum dirigente petista do primeiro escalão desempregado", disse, durante entrevista coletiva. O excesso de tucanos na gestão de Lacerda seria um dos motivos do descontentamento do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PSDB) com o governador Aécio Neves (PSDB).
O ex-prefeito chegou a dar declarações de que o governador, que disputa no partido a indicação para concorrer à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva, não terá espaço entre os tucanos para disputar a eleição presidencial de 2010. Para Lacerda, o governador não é carta fora do baralho na disputa pela sucessão de 2010, mas precisará enfrentar uma disputa no partido, já que existem outros candidatos interessados, como o governador de São Paulo José Serra (PSDB).
Segundo ele, o que Pimentel queria dizer é que vê dificuldades para o governador na disputa. "Como ele de fato está enfrentando", afirmou Lacerda, amenizando as declarações do ex-prefeito, que chegou a dizer que o governador vai mesmo é disputar o Senado, em 2010, provocando reações do PSDB mineiro.
Apesar de tentar colocar panos quentes, a entrevista de Pimentel continua gerando polêmica. Além das declarações sobre os movimentos de Aécio para viabilizar sua candidatura presidencial, Pimentel também chamou de "setorzinho xiita do PT" os aliados dos ministros Patrus Ananias (Desenvolvimento Social e Combate à Fome) e Luiz Dulci (Secretaria Especial de Presidência da República) que se posicionaram contrários à aliança do PT com o PSDB para eleger Lacerda.
Uma das consequências é o cancelamento da participação dos dois ministros no encontro estadual dos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores da legenda. O partido chegou a divulgar um comunicado de que os dois participariam do encontro, mas a assessoria de comunicação disse que Patrus e Dulci estão com "problemas de agenda", mas vão estão fazendo um esforço para conseguir participar no encontro.
Na programação inicial estava prevista inclusive uma palestra dos dois. O boato é de que a presença da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT-RS), pré-candidata do partido à sucessão de Lula, também teria sido cancelada para evitar polêmicas.
Portal Uai:
O prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda (PSB), ironizou nesta quarta-feira as reclamações que estão sendo feitas pelos petistas por causa da perda do espaço do partido para o PSDB na atual administração. "Que eu saiba não tem nenhum dirigente petista do primeiro escalão desempregado", disse, durante entrevista coletiva. O excesso de tucanos na gestão de Lacerda seria um dos motivos do descontentamento do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel (PSDB) com o governador Aécio Neves (PSDB).
O ex-prefeito chegou a dar declarações de que o governador, que disputa no partido a indicação para concorrer à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva, não terá espaço entre os tucanos para disputar a eleição presidencial de 2010. Para Lacerda, o governador não é carta fora do baralho na disputa pela sucessão de 2010, mas precisará enfrentar uma disputa no partido, já que existem outros candidatos interessados, como o governador de São Paulo José Serra (PSDB).
Segundo ele, o que Pimentel queria dizer é que vê dificuldades para o governador na disputa. "Como ele de fato está enfrentando", afirmou Lacerda, amenizando as declarações do ex-prefeito, que chegou a dizer que o governador vai mesmo é disputar o Senado, em 2010, provocando reações do PSDB mineiro.
Apesar de tentar colocar panos quentes, a entrevista de Pimentel continua gerando polêmica. Além das declarações sobre os movimentos de Aécio para viabilizar sua candidatura presidencial, Pimentel também chamou de "setorzinho xiita do PT" os aliados dos ministros Patrus Ananias (Desenvolvimento Social e Combate à Fome) e Luiz Dulci (Secretaria Especial de Presidência da República) que se posicionaram contrários à aliança do PT com o PSDB para eleger Lacerda.
Uma das consequências é o cancelamento da participação dos dois ministros no encontro estadual dos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores da legenda. O partido chegou a divulgar um comunicado de que os dois participariam do encontro, mas a assessoria de comunicação disse que Patrus e Dulci estão com "problemas de agenda", mas vão estão fazendo um esforço para conseguir participar no encontro.
Na programação inicial estava prevista inclusive uma palestra dos dois. O boato é de que a presença da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT-RS), pré-candidata do partido à sucessão de Lula, também teria sido cancelada para evitar polêmicas.
Junior Carioca tem espaço no time?

Foram 15 minutos de atuação no jogo contra o Uberaba, mas foi o suficiente para mostrar bom posicionamento em campo, presença (não esconde da bola), participa das jogadas, aliás, após sua entrada todas as jogadas passaram pelos pés do jogador.
Porque ele não é titular?
Responda nossa enquête ao lado: Junior Carioca deve ser titular?
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Excesso de tucanos na PBH incomoda Pimentel
Agora, vai chorar na cama que é lugar quente...
Do portal Uai

O aumento do poder do PSDB na Prefeitura de Belo Horizonte, antes dominada pelo Partido dos Trabalhadores, também pode estar por trás das declarações do ex-prefeito da capital Fernando Pimentel (PT) de que o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), não terá espaço entre os tucanos para se candidatar à Presidência da República em 2010. A avaliação é do deputado Rafael Guerra (PSDB-MG), primeiro-secretário da Câmara dos Deputados. Com a eleição de Márcio Lacerda (PSB), apoiado por Aécio e por Pimentel, os tucanos conseguiram cargos importantes na prefeitura, como a Secretaria de Saúde e as administrações regionais do Barreiro e da Pampulha. Nesse raciocínio, pode ser que, para o ex-prefeito, o PSDB tenha levado mais do que deveria.
Depois da vitória de Lacerda, Aécio e Pimentel ensaiaram um discurso mais ameno de despedida, afirmando que a aliança poderia não se repetir. No entanto, as declarações do ex-prefeito, que incluíram ainda a afirmação de que o governador de São Paulo, José Serra, será o candidato do PSDB à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva, melindraram os tucanos. Para o primeiro-secretário da Câmara, a iniciativa do ex-prefeito foi influenciada ainda pela “ansiedade” de Pimentel em ter um cargo no governo federal. “Ele ficou muito tempo na prefeitura e está há mais de um mês fora, sem saber o que vai acontecer”, disse Guerra.
Destino
Pimentel mantém conversas em Brasília para ocupar posto no governo federal. O presidente Lula já afirmou que quer ter o ex-prefeito no governo, mas ainda não definiu o cargo. Um possível destino seria a Secretaria-Geral do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CNDES), mas o PTB, do ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, que acumula a função, é contrário à indicação.
Tucanos que preferem não se identificar afirmam que Aécio não comentou as declarações de Pimentel. Quem tentou puxar conversa sobre o tema ouviu o governador mudar de assunto instantaneamente. Ao mesmo tempo, em relação a articulações de bastidores, os mesmos tucanos dizem que o governador não tentou incentivar nem interromper a reação de integrantes do PSDB no que se refere às declarações de Pimentel.
Pelo lado petista, a avaliação feita sobre a reação dos tucanos foi exagerada. “O que foi falado é que o rei está nu. Se tivessem a certeza de que Aécio poderia ser o candidato do partido, e não Serra, os comentários não teriam sido tão ásperos”, pontuou um interlocutor petista. Para o vice-prefeito de Belo Horizonte, Roberto Carvalho (PT), Pimentel “foi muito respeitoso com Aécio”. “O que foi falado é o que todos dizem. O PSDB tem hegemonia paulista, assim como o PT também tem”, amenizou. Carvalho afirmou ainda que as declarações do ex-prefeito não deverão interferir no relacionamento entre Pimentel e Aécio. “O governador vai entender tudo isso.”
Do portal Uai

O aumento do poder do PSDB na Prefeitura de Belo Horizonte, antes dominada pelo Partido dos Trabalhadores, também pode estar por trás das declarações do ex-prefeito da capital Fernando Pimentel (PT) de que o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), não terá espaço entre os tucanos para se candidatar à Presidência da República em 2010. A avaliação é do deputado Rafael Guerra (PSDB-MG), primeiro-secretário da Câmara dos Deputados. Com a eleição de Márcio Lacerda (PSB), apoiado por Aécio e por Pimentel, os tucanos conseguiram cargos importantes na prefeitura, como a Secretaria de Saúde e as administrações regionais do Barreiro e da Pampulha. Nesse raciocínio, pode ser que, para o ex-prefeito, o PSDB tenha levado mais do que deveria.
Depois da vitória de Lacerda, Aécio e Pimentel ensaiaram um discurso mais ameno de despedida, afirmando que a aliança poderia não se repetir. No entanto, as declarações do ex-prefeito, que incluíram ainda a afirmação de que o governador de São Paulo, José Serra, será o candidato do PSDB à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva, melindraram os tucanos. Para o primeiro-secretário da Câmara, a iniciativa do ex-prefeito foi influenciada ainda pela “ansiedade” de Pimentel em ter um cargo no governo federal. “Ele ficou muito tempo na prefeitura e está há mais de um mês fora, sem saber o que vai acontecer”, disse Guerra.
Destino
Pimentel mantém conversas em Brasília para ocupar posto no governo federal. O presidente Lula já afirmou que quer ter o ex-prefeito no governo, mas ainda não definiu o cargo. Um possível destino seria a Secretaria-Geral do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CNDES), mas o PTB, do ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, que acumula a função, é contrário à indicação.
Tucanos que preferem não se identificar afirmam que Aécio não comentou as declarações de Pimentel. Quem tentou puxar conversa sobre o tema ouviu o governador mudar de assunto instantaneamente. Ao mesmo tempo, em relação a articulações de bastidores, os mesmos tucanos dizem que o governador não tentou incentivar nem interromper a reação de integrantes do PSDB no que se refere às declarações de Pimentel.
Pelo lado petista, a avaliação feita sobre a reação dos tucanos foi exagerada. “O que foi falado é que o rei está nu. Se tivessem a certeza de que Aécio poderia ser o candidato do partido, e não Serra, os comentários não teriam sido tão ásperos”, pontuou um interlocutor petista. Para o vice-prefeito de Belo Horizonte, Roberto Carvalho (PT), Pimentel “foi muito respeitoso com Aécio”. “O que foi falado é o que todos dizem. O PSDB tem hegemonia paulista, assim como o PT também tem”, amenizou. Carvalho afirmou ainda que as declarações do ex-prefeito não deverão interferir no relacionamento entre Pimentel e Aécio. “O governador vai entender tudo isso.”
Contra o Uberaba, Leão manda Galo ao ataque (10/02)
Técnico projeta time ofensivo contra o clube do Triângulo Mineiro, nesta quarta-feira à noite, no Mineirão, pela quarta rodada do Estadual
do portal UAI

Atlético e Uberaba se encaram nesta quarta-feira, às 22 horas, no Mineirão, pela quarta rodada do Campeonato Mineiro. Pelo discurso dos treinadores, a expectativa é de um bom jogo em Belo Horizonte. Tanto o atleticano Emerson Leão quanto o uberabense Pedrinho Rocha falam em resultado positivo.
Jogando em casa, o Galo conta com o apoio do torcedor para somar os três pontos. Para isso, o técnico Emerson Leão promete uma equipe ofensiva. Sem o volante Carlos Alberto, ele deve optar pela entrada do meia Yuri. “Uma vitória é significativa para nós, por isso vamos jogar ofensivamente, com os cuidados que o Uberaba merece”, disse.
Leão evita confirmar a entrada do jovem atleta, mas dá sinais que deve escalá-lo: “O Yuri treinou como meia ofensivo, porque nós vamos jogar dentro de casa, cada vez mais precisando da vitória. Três volantes, tendo um liberdade, eu já conheço a nossa maneira de jogar. Agora, eu preciso conhecer uma segunda opção. Foi por isso que treinamos. Não está definido, mas quem define é o treinador”.
Na sexta posição, com cinco pontos ganhos, o Atlético vem de vitória sobre o Social (3 a 0). Foi o primeiro triunfo da equipe no Estadual. “Melhoramos muito. Eu disse que iríamos necessitar de uns seis jogos mais ou menos. Se passaram três, mas estamos bem satisfeitos com a subida no condicionamento físico e com a subida da interpretação coletiva de jogar futebol”, disse Leão.
Zebu quer surpreender
Se o Atlético quer se impor em casa, o Uberaba não quer deixar por menos e fala em surpreender o Galo. Por isso, o técnico Pedrinho Rocha não vai admitir acomodação dos atletas: “Respeitamos a equipe deles, porém, se houver algum jogador satisfeito com a derrota, este jogador não vai. Mesmo que seja o Atlético, vamos à Belo Horizonte para buscar pontos”, disse, em entrevista ao Jornal da Manhã, de Uberaba. Vindo de duas vitórias (1 a 0 no Guarani e no Uberlândia), o Zebu ocupa a quarta colocação, com seis pontos.
do portal UAI

Atlético e Uberaba se encaram nesta quarta-feira, às 22 horas, no Mineirão, pela quarta rodada do Campeonato Mineiro. Pelo discurso dos treinadores, a expectativa é de um bom jogo em Belo Horizonte. Tanto o atleticano Emerson Leão quanto o uberabense Pedrinho Rocha falam em resultado positivo.
Jogando em casa, o Galo conta com o apoio do torcedor para somar os três pontos. Para isso, o técnico Emerson Leão promete uma equipe ofensiva. Sem o volante Carlos Alberto, ele deve optar pela entrada do meia Yuri. “Uma vitória é significativa para nós, por isso vamos jogar ofensivamente, com os cuidados que o Uberaba merece”, disse.
Leão evita confirmar a entrada do jovem atleta, mas dá sinais que deve escalá-lo: “O Yuri treinou como meia ofensivo, porque nós vamos jogar dentro de casa, cada vez mais precisando da vitória. Três volantes, tendo um liberdade, eu já conheço a nossa maneira de jogar. Agora, eu preciso conhecer uma segunda opção. Foi por isso que treinamos. Não está definido, mas quem define é o treinador”.
Na sexta posição, com cinco pontos ganhos, o Atlético vem de vitória sobre o Social (3 a 0). Foi o primeiro triunfo da equipe no Estadual. “Melhoramos muito. Eu disse que iríamos necessitar de uns seis jogos mais ou menos. Se passaram três, mas estamos bem satisfeitos com a subida no condicionamento físico e com a subida da interpretação coletiva de jogar futebol”, disse Leão.
Zebu quer surpreender
Se o Atlético quer se impor em casa, o Uberaba não quer deixar por menos e fala em surpreender o Galo. Por isso, o técnico Pedrinho Rocha não vai admitir acomodação dos atletas: “Respeitamos a equipe deles, porém, se houver algum jogador satisfeito com a derrota, este jogador não vai. Mesmo que seja o Atlético, vamos à Belo Horizonte para buscar pontos”, disse, em entrevista ao Jornal da Manhã, de Uberaba. Vindo de duas vitórias (1 a 0 no Guarani e no Uberlândia), o Zebu ocupa a quarta colocação, com seis pontos.
Alexandre Kalil responde provocações de Zezé Perrella: 'Ele deve estar apavorado'
Presidente atleticano acredita que dirigente cruzeirense teme nova postura do Galo em campo e está preocupado em ser derrotado neste domingo
O presidente do Cruzeiro Zezé Perrella tratou de iniciar o clima de rivalidade para o clássico contra o Atlético-MG, no próximo domingo, mesmo com os times tendo de disputar ainda uma rodada do Campeonato Mineiro antes do tão esperado confrontro. Provocou ao lembrar do jejum de vitórias do Galo no duelo, que já dura nove jogos. E o presidente do Alvinegro Alexandre Kalil não gostou e já tratou de responder.
Kalil acredita que a postura do Galo é muito diferente do início do ano e que o presidente celeste tem medo da possibilidade de ser derrotado no clássico.
- Ele gosta de falar muito. Quando eu assumi o Atlético, disputei três finais de Mineiro e ele só estava em uma delas. As outras duas foram contra o América. É porque ele não tem memória. Ele sabe que o Atlético mudou e deve estar apavorado - diz o presidente, em entrevista à rádio Itatiaia.
O presidente do Cruzeiro Zezé Perrella tratou de iniciar o clima de rivalidade para o clássico contra o Atlético-MG, no próximo domingo, mesmo com os times tendo de disputar ainda uma rodada do Campeonato Mineiro antes do tão esperado confrontro. Provocou ao lembrar do jejum de vitórias do Galo no duelo, que já dura nove jogos. E o presidente do Alvinegro Alexandre Kalil não gostou e já tratou de responder.
Kalil acredita que a postura do Galo é muito diferente do início do ano e que o presidente celeste tem medo da possibilidade de ser derrotado no clássico.
- Ele gosta de falar muito. Quando eu assumi o Atlético, disputei três finais de Mineiro e ele só estava em uma delas. As outras duas foram contra o América. É porque ele não tem memória. Ele sabe que o Atlético mudou e deve estar apavorado - diz o presidente, em entrevista à rádio Itatiaia.
Brasil convence no tira-teima 13
do Blog do Juca
Brasil x Itália.
13o. jogo, cinco vitórias para cada lado, 19 gols para cada seleção, o pentacampeão mundial contra o tetracampeão.
Num palco à altura, o estádio do Arsenal, em Londres.
E sob o patrocínio de uma marca brasileira de cachaça...
Tudo bem.
Se fosse de conhaque ou de uísque, ou mesmo, como é habitual, de cerveja, ninguém reclamaria.
E com a temperatura na casa dos 2 graus, até faz sentido.
O ministério da Saúde é que não deve ter gostado, ainda mais no horário da tarde, o das crianças.
Logo de cara, aos 3, Grosso, em posição legal, fez 1 a 0, mas o bandeirinha engrossou e anulou o gol porque quis anular, porque erra-se em português, inglês, chinês, uma farra.
Depois de um começo desencontrado do time brasileiro, que praticamente não treinou, os comandados de Dunga passaram a valorizar mais a posse de bola e, aos 13 minutos, exatamente aos 13, uma linda triangulação entre Ronaldinho, Robinho e Elano culminou com o gol do ex-santista: Brasil 1 a 0.
Elano é um jogador valioso. E valoroso.
O jogo estava longe de encantar, mais parecia xadrez do que futebol, mas, de amistoso, não tinha nada.
Era pura competição.
E os italianos, mais agressivos do que habitualmente, erravam mais que os brasileiros, talvez surpresos com a marcação nacional, implacável.
E, aos 26, Robinho marcou um gol de placa, de antologia, daqueles de futebol de salão, no espaço de um lenço.
Manchester City 2, ou seria o Santos?, Itália 0.
Marcelo Lippi começava a ver seu sonho de bater o recorde de invencibilidade de um técnico no comando de uma seleção nacional, 32 jogos, ir para o espaço.
Embora para os italianos, assim como para os alemães, o jogo só acabe quando termina.
E Dunga, no banco, talvez pensasse: "Tomara que o Felipão esteja no estádio vendo o meu time...". Com razão, diga-se.
E Zagallo, no Rio, garantia que já sabia, porque no jogo número 13...
Terminado o primeiro tempo, uma constatação: a Seleção Brasileira jogou muito mais do que se poderia exigir dela, algo que, diga-se, é frequente quando enfrenta cachorro grande, seja a Argentina, a Alemanha, ou a Itália.
A Itália voltou com quatro mudanças e o Brasil sem nenhuma.
Saíram Pepe, Montolivo, Di Natale e Gilardino, para entrar Rossi, Perrotta, Camoranesi e Luca Toni.
Também fazia sentido.
Afinal, os campeões mundiais de 2006 perdiam para os campeões mundiais de 2002.
Aos 11 minutos, Júlio César fez sua primeira defesa no jogo, ao interceptar um cruzamento perigoso.
Mas o jogo caía de nível.
Aquilani entrou no lugar de De Rossi, machucado.
Ronaldinho não brilhava, Robinho exagerava e Adriano, isolado, é Adriano e suas limitações.
A defesa é que se virava.
Mas com o jogo sob controle.
Até que, ali, pelos 16, a Itália começou a impor uma certa blitz, e até gol fez, mas usando a mão, desta vez gol bem anulado.
Elano, cansado, deu lugar a Daniel Alves.
A Itália queimou sua última alteração, a sexta, Dossena em lugar de Pirlo.
No time azzurra, que soçobrava, só sobraram o goleiro Buffon e os quatro zagueiros.
Juan pediu para sair e Thiago Silva entrou em seu lugar.
Alexandre Pato entrou aos 35, no lugar de Adriano.
Aos 36, Luca Toni, na pequena área só não marcou porque Júlio César fez milagre.
A Seleção Brasileira de tanto cozinhar a Itália em banho-maria não dava um chute a gol.
Mas, aos 40, em cobrança de falta, Ronaldinho exigiu boa defesa de Buffon.
Josué entrou no lugar de Gilberto Silva e Júlio Batista no de Robinho, para ganhar tempo.
A Seleção Brasileira saiu do Emirates Stadium com o moral nas alturas.
Notas
Júlio César, pouco acionado, um milagre, 7,5;
Maicon, firme e forte, 7;
Lúcio, o melhor da defesa, 7,5;
Juan, uma falha na saída de bola, mas corrigida em seguida, 7;
Marcelo teve bela atuação, madura, 7;
Gilberto Silva, reconheçamos, não comprometeu, 6,5;
Felipe Melo fez boa estréia, 7;
Elano, o melhor do time, 8;
Ronaldinho foi comum, 6;
Robinho, alguns ótimos momentos, 7,5;
Adriano, um lutador solitário, 6;
Daniel Alves entrou com personalidade, 7.
Thiago Silva, sem ritmo de jogo, atuou por 15 minutos e bem, 6;
Alexandre Pato, Josué e Júlio Batista, sem tempo, sem nota.
Dunga, depois de Portugal golear, e da convincente vitória sobre a Itália, com Felipão a ameaçar, cada vez mais firme em seu lugar, 8,5.
Brasil x Itália.
13o. jogo, cinco vitórias para cada lado, 19 gols para cada seleção, o pentacampeão mundial contra o tetracampeão.
Num palco à altura, o estádio do Arsenal, em Londres.
E sob o patrocínio de uma marca brasileira de cachaça...
Tudo bem.
Se fosse de conhaque ou de uísque, ou mesmo, como é habitual, de cerveja, ninguém reclamaria.
E com a temperatura na casa dos 2 graus, até faz sentido.
O ministério da Saúde é que não deve ter gostado, ainda mais no horário da tarde, o das crianças.
Logo de cara, aos 3, Grosso, em posição legal, fez 1 a 0, mas o bandeirinha engrossou e anulou o gol porque quis anular, porque erra-se em português, inglês, chinês, uma farra.
Depois de um começo desencontrado do time brasileiro, que praticamente não treinou, os comandados de Dunga passaram a valorizar mais a posse de bola e, aos 13 minutos, exatamente aos 13, uma linda triangulação entre Ronaldinho, Robinho e Elano culminou com o gol do ex-santista: Brasil 1 a 0.
Elano é um jogador valioso. E valoroso.
O jogo estava longe de encantar, mais parecia xadrez do que futebol, mas, de amistoso, não tinha nada.
Era pura competição.
E os italianos, mais agressivos do que habitualmente, erravam mais que os brasileiros, talvez surpresos com a marcação nacional, implacável.
E, aos 26, Robinho marcou um gol de placa, de antologia, daqueles de futebol de salão, no espaço de um lenço.
Manchester City 2, ou seria o Santos?, Itália 0.
Marcelo Lippi começava a ver seu sonho de bater o recorde de invencibilidade de um técnico no comando de uma seleção nacional, 32 jogos, ir para o espaço.
Embora para os italianos, assim como para os alemães, o jogo só acabe quando termina.
E Dunga, no banco, talvez pensasse: "Tomara que o Felipão esteja no estádio vendo o meu time...". Com razão, diga-se.
E Zagallo, no Rio, garantia que já sabia, porque no jogo número 13...
Terminado o primeiro tempo, uma constatação: a Seleção Brasileira jogou muito mais do que se poderia exigir dela, algo que, diga-se, é frequente quando enfrenta cachorro grande, seja a Argentina, a Alemanha, ou a Itália.
A Itália voltou com quatro mudanças e o Brasil sem nenhuma.
Saíram Pepe, Montolivo, Di Natale e Gilardino, para entrar Rossi, Perrotta, Camoranesi e Luca Toni.
Também fazia sentido.
Afinal, os campeões mundiais de 2006 perdiam para os campeões mundiais de 2002.
Aos 11 minutos, Júlio César fez sua primeira defesa no jogo, ao interceptar um cruzamento perigoso.
Mas o jogo caía de nível.
Aquilani entrou no lugar de De Rossi, machucado.
Ronaldinho não brilhava, Robinho exagerava e Adriano, isolado, é Adriano e suas limitações.
A defesa é que se virava.
Mas com o jogo sob controle.
Até que, ali, pelos 16, a Itália começou a impor uma certa blitz, e até gol fez, mas usando a mão, desta vez gol bem anulado.
Elano, cansado, deu lugar a Daniel Alves.
A Itália queimou sua última alteração, a sexta, Dossena em lugar de Pirlo.
No time azzurra, que soçobrava, só sobraram o goleiro Buffon e os quatro zagueiros.
Juan pediu para sair e Thiago Silva entrou em seu lugar.
Alexandre Pato entrou aos 35, no lugar de Adriano.
Aos 36, Luca Toni, na pequena área só não marcou porque Júlio César fez milagre.
A Seleção Brasileira de tanto cozinhar a Itália em banho-maria não dava um chute a gol.
Mas, aos 40, em cobrança de falta, Ronaldinho exigiu boa defesa de Buffon.
Josué entrou no lugar de Gilberto Silva e Júlio Batista no de Robinho, para ganhar tempo.
A Seleção Brasileira saiu do Emirates Stadium com o moral nas alturas.
Notas
Júlio César, pouco acionado, um milagre, 7,5;
Maicon, firme e forte, 7;
Lúcio, o melhor da defesa, 7,5;
Juan, uma falha na saída de bola, mas corrigida em seguida, 7;
Marcelo teve bela atuação, madura, 7;
Gilberto Silva, reconheçamos, não comprometeu, 6,5;
Felipe Melo fez boa estréia, 7;
Elano, o melhor do time, 8;
Ronaldinho foi comum, 6;
Robinho, alguns ótimos momentos, 7,5;
Adriano, um lutador solitário, 6;
Daniel Alves entrou com personalidade, 7.
Thiago Silva, sem ritmo de jogo, atuou por 15 minutos e bem, 6;
Alexandre Pato, Josué e Júlio Batista, sem tempo, sem nota.
Dunga, depois de Portugal golear, e da convincente vitória sobre a Itália, com Felipão a ameaçar, cada vez mais firme em seu lugar, 8,5.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
A crise mundial e o fantasma das rebeliões
Do blog do Miro
“Neste momento, apesar de que se fale muito de economia, existe outro fantasma que ronda o mundo e assusta mais os seus dirigentes: o fantasma das rebeliões”. José Luís Fiori.
O alerta do professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e um dos mais fecundos intelectuais brasileiros foi publicado em novembro passado no jornal Valor. Para Fiori, o planeta tendia a viver dias explosivos, devido ao aumento das tensões entre as potências capitalistas e ao acelerado agravamento da crise econômica mundial. “O mais provável é que voltem à ordem do dia as revoltas e as revoluções sociais. Elas não serão socialistas nem proletárias, mas adquirirão mais intensidade e violência nos territórios situados em ‘zonas de fratura’”, prognosticou o co-autor do polêmico livro recém-lançado “O mito do colapso do poder americano”.
“Não existe uma teoria da revolução, existem várias. Mas quase todas reconhecem a existência de um denominador comum nas experiências revolucionárias dos séculos XIX e XX: as revoltas acontecem, quase sempre, em sociedades fraturadas, com Estados enfraquecidos pelas guerras e por grandes crises econômicas, e situados em ‘zonas de fratura’, onde se concentra a pressão geopolítica da disputa entre as grandes potências”, teoriza Fiori. Com base nesta tese central, ele apresentou um “mapa mundial das rebeliões” desenhado pelo crônico acirramento da competição geopolítica e econômica em várias regiões do planeta, inclusive na América do Sul.
Tensões na América do Sul
“Durante os séculos XIX e XX, esta foi uma região sob influência anglo-americana sem grandes disputas imperialistas. Mas neste início do século XXI, o cenário e as perspectivas mudaram. De forma lenta, mas implacável, a pressão da nova corrida imperialista que começou na década de 90 está alcançando a América do Sul, e deve produzir os mesmos efeitos do resto do mundo”. As provas seriam visíveis: ingerência militar ianque na Colômbia, reativação da IV Frota Naval dos EUA, conflitos fronteiriços entre Venezuela, Colômbia e Equador, movimentos separatistas na Bolívia e Equador, etc. A criação da Unasul e do Conselho de Defesa da América do Sul e todas as outras medidas de integração soberana da região seriam a resposta positiva a este cenário.
É sob este pano de fundo da competição inter-imperialista que o autor analisa o impacto da crise econômica mundial. “Será prolongado e deverá atingir todas estas ‘zonas de fratura’, acentuando suas tendências mais perversas”. Desde que escreveu este prognóstico, a componente econômica se avolumou de forma acelerada. No coração do sistema capitalista, não abordado neste texto por Fiori, a crise atingiu dimensão nunca vista. Somente em janeiro, 598 mil trabalhadores dos EUA perderam seus empregos, no maior corte de vagas mensal desde dezembro de 1974 – uma média de 20 mil demissões por dia. O índice de desemprego subiu para 7,6%, o maior em 16 anos.
Desilusão no coração do sistema
Prestes a ser votado no Senado, o pacote de Barack Obama, que visa injetar US$ 780 bilhões na combalida economia dos EUA, até agora não convenceu que reverterá o grave declínio. Ele está mais destinado a salvar as grandes corporações financeiras e industriais, inclusive com a compra de papéis tóxicos. Demissões, arrocho salarial e cortes de direitos trabalhistas devem crescer, o que poderá abalar as ilusões criadas a partir da eleição do primeiro presidente negro dos EUA. A central sindical ianque (AFL-CIO), apesar de burocratizada e atrelada aos democratas, já insinua liderar protestos contra a crise. Em Detroit, fábricas falidas são ocupadas por operários.
No outro extremo, cresce a xenofobia contra os imigrantes, com a crise atiçando a divisão entre os explorados. A direitista Coalizão para o Futuro do Trabalhador Americano (CFAW) iniciou em janeiro forte campanha nas TVs associando o desemprego aos estrangeiros, principalmente contra os que possuem o visto H-1B (de trabalho qualificado temporário). “No ano passado, 2,5 milhões de americanos perderam seus empregos. Ainda assim, o governo continua a trazer 1,5 milhão de estrangeiros por ano para pegar os postos de trabalho americanos. Será o seu emprego o próximo?”, indaga o anúncio anti-imigração. Atos discriminatórios já se verificam no país.
Desafio às forças de esquerda
A tensão também aumenta em outros países atingidos pela crise mundial. Os violentos choques na Grécia, no final de 2008, foram o presságio do que pode ocorrer no planeta. Na França, uma poderosa greve geral paralisou o país no final de janeiro, desafiando os apologistas do “fim da história” e da luta de classes. Até na Islândia, encarada pelos neoliberais (inclusive pelos demos brasileiros) como exemplo de sucesso do neoliberalismo, ocorre a estridente búsáhal-dabytingin, “revolução das panelas”, que lembra o cacerolazo argentino. Pela primeira vez na história desde 1949, os islandeses são reprimidos nas ruas com bombas de gás lacrimogêneo e cassetetes.
Na semana passada, uma série de bloqueios em estradas derrubou o ministro da Agricultura da Letônia, Martins Roze, acusado pelo desemprego rural e por corrupção; uma passeata nas ruas de Santiago exigiu da presidente Michelle Bachelet proteção ao trabalho; um protesto de estudantes filipinos em frente à embaixada ianque culpou os EUA pela onda de desemprego no país; greves paralisaram Hannover, na Alemanha; e choques violentos agitaram o Reino Unido, vários deles manipulados pela direita racista contra os trabalhadores estrangeiros. O “fantasma das rebeliões” ronda o mundo, o que deve assustar as elites burguesas e ativar as forças de esquerda no mundo.
“Neste momento, apesar de que se fale muito de economia, existe outro fantasma que ronda o mundo e assusta mais os seus dirigentes: o fantasma das rebeliões”. José Luís Fiori.
O alerta do professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e um dos mais fecundos intelectuais brasileiros foi publicado em novembro passado no jornal Valor. Para Fiori, o planeta tendia a viver dias explosivos, devido ao aumento das tensões entre as potências capitalistas e ao acelerado agravamento da crise econômica mundial. “O mais provável é que voltem à ordem do dia as revoltas e as revoluções sociais. Elas não serão socialistas nem proletárias, mas adquirirão mais intensidade e violência nos territórios situados em ‘zonas de fratura’”, prognosticou o co-autor do polêmico livro recém-lançado “O mito do colapso do poder americano”.
“Não existe uma teoria da revolução, existem várias. Mas quase todas reconhecem a existência de um denominador comum nas experiências revolucionárias dos séculos XIX e XX: as revoltas acontecem, quase sempre, em sociedades fraturadas, com Estados enfraquecidos pelas guerras e por grandes crises econômicas, e situados em ‘zonas de fratura’, onde se concentra a pressão geopolítica da disputa entre as grandes potências”, teoriza Fiori. Com base nesta tese central, ele apresentou um “mapa mundial das rebeliões” desenhado pelo crônico acirramento da competição geopolítica e econômica em várias regiões do planeta, inclusive na América do Sul.
Tensões na América do Sul
“Durante os séculos XIX e XX, esta foi uma região sob influência anglo-americana sem grandes disputas imperialistas. Mas neste início do século XXI, o cenário e as perspectivas mudaram. De forma lenta, mas implacável, a pressão da nova corrida imperialista que começou na década de 90 está alcançando a América do Sul, e deve produzir os mesmos efeitos do resto do mundo”. As provas seriam visíveis: ingerência militar ianque na Colômbia, reativação da IV Frota Naval dos EUA, conflitos fronteiriços entre Venezuela, Colômbia e Equador, movimentos separatistas na Bolívia e Equador, etc. A criação da Unasul e do Conselho de Defesa da América do Sul e todas as outras medidas de integração soberana da região seriam a resposta positiva a este cenário.
É sob este pano de fundo da competição inter-imperialista que o autor analisa o impacto da crise econômica mundial. “Será prolongado e deverá atingir todas estas ‘zonas de fratura’, acentuando suas tendências mais perversas”. Desde que escreveu este prognóstico, a componente econômica se avolumou de forma acelerada. No coração do sistema capitalista, não abordado neste texto por Fiori, a crise atingiu dimensão nunca vista. Somente em janeiro, 598 mil trabalhadores dos EUA perderam seus empregos, no maior corte de vagas mensal desde dezembro de 1974 – uma média de 20 mil demissões por dia. O índice de desemprego subiu para 7,6%, o maior em 16 anos.
Desilusão no coração do sistema
Prestes a ser votado no Senado, o pacote de Barack Obama, que visa injetar US$ 780 bilhões na combalida economia dos EUA, até agora não convenceu que reverterá o grave declínio. Ele está mais destinado a salvar as grandes corporações financeiras e industriais, inclusive com a compra de papéis tóxicos. Demissões, arrocho salarial e cortes de direitos trabalhistas devem crescer, o que poderá abalar as ilusões criadas a partir da eleição do primeiro presidente negro dos EUA. A central sindical ianque (AFL-CIO), apesar de burocratizada e atrelada aos democratas, já insinua liderar protestos contra a crise. Em Detroit, fábricas falidas são ocupadas por operários.
No outro extremo, cresce a xenofobia contra os imigrantes, com a crise atiçando a divisão entre os explorados. A direitista Coalizão para o Futuro do Trabalhador Americano (CFAW) iniciou em janeiro forte campanha nas TVs associando o desemprego aos estrangeiros, principalmente contra os que possuem o visto H-1B (de trabalho qualificado temporário). “No ano passado, 2,5 milhões de americanos perderam seus empregos. Ainda assim, o governo continua a trazer 1,5 milhão de estrangeiros por ano para pegar os postos de trabalho americanos. Será o seu emprego o próximo?”, indaga o anúncio anti-imigração. Atos discriminatórios já se verificam no país.
Desafio às forças de esquerda
A tensão também aumenta em outros países atingidos pela crise mundial. Os violentos choques na Grécia, no final de 2008, foram o presságio do que pode ocorrer no planeta. Na França, uma poderosa greve geral paralisou o país no final de janeiro, desafiando os apologistas do “fim da história” e da luta de classes. Até na Islândia, encarada pelos neoliberais (inclusive pelos demos brasileiros) como exemplo de sucesso do neoliberalismo, ocorre a estridente búsáhal-dabytingin, “revolução das panelas”, que lembra o cacerolazo argentino. Pela primeira vez na história desde 1949, os islandeses são reprimidos nas ruas com bombas de gás lacrimogêneo e cassetetes.
Na semana passada, uma série de bloqueios em estradas derrubou o ministro da Agricultura da Letônia, Martins Roze, acusado pelo desemprego rural e por corrupção; uma passeata nas ruas de Santiago exigiu da presidente Michelle Bachelet proteção ao trabalho; um protesto de estudantes filipinos em frente à embaixada ianque culpou os EUA pela onda de desemprego no país; greves paralisaram Hannover, na Alemanha; e choques violentos agitaram o Reino Unido, vários deles manipulados pela direita racista contra os trabalhadores estrangeiros. O “fantasma das rebeliões” ronda o mundo, o que deve assustar as elites burguesas e ativar as forças de esquerda no mundo.
Yuri deve ser novidade no meio-campo
Meia ocupa vaga do suspenso Carlos Alberto, no coletivo desta segunda

Na partida contra o Uberaba, nesta quarta-feira, pela quarta rodada do Campeonato Mineiro, o meio-campo do Atlético-MG poderá ter uma novidade. O jovem Yuri deverá ser o substituto do volante Carlos Alberto, que recebeu o terceiro cartão amarelo no jogo contra o Social.
No coletivo da tarde desta segunda-feira, Yuri foi escalado entre os titulares pelo técnico Emerson Leão.
- A expectativa é um poquinho grande, mas depois que a bola rolar, vai ficar tudo bem - disse o jogador, em entrevista à Rádio Itatiaia.
Prestes a completar cinco anos no clube, o jogador garante que está à disposição para qualquer necessidade tática do técnico Emerson Leão.
- Cheguei como volante e com o passar do tempo fui avançando. Já joguei até como atacante. Isso é normal. O jogador moderno tem que ser versátil - explicou.
O Galo, que volta a treinar na manhã desta terça, foi escalado com a seguinte formação: Juninho; Marcos Rocha, Leandro Almeida, Welton Felipe e Júnior; Renan, Márcio Araújo, Yuri e Lopes; Éder Luis e Diego Tardelli.

Na partida contra o Uberaba, nesta quarta-feira, pela quarta rodada do Campeonato Mineiro, o meio-campo do Atlético-MG poderá ter uma novidade. O jovem Yuri deverá ser o substituto do volante Carlos Alberto, que recebeu o terceiro cartão amarelo no jogo contra o Social.
No coletivo da tarde desta segunda-feira, Yuri foi escalado entre os titulares pelo técnico Emerson Leão.
- A expectativa é um poquinho grande, mas depois que a bola rolar, vai ficar tudo bem - disse o jogador, em entrevista à Rádio Itatiaia.
Prestes a completar cinco anos no clube, o jogador garante que está à disposição para qualquer necessidade tática do técnico Emerson Leão.
- Cheguei como volante e com o passar do tempo fui avançando. Já joguei até como atacante. Isso é normal. O jogador moderno tem que ser versátil - explicou.
O Galo, que volta a treinar na manhã desta terça, foi escalado com a seguinte formação: Juninho; Marcos Rocha, Leandro Almeida, Welton Felipe e Júnior; Renan, Márcio Araújo, Yuri e Lopes; Éder Luis e Diego Tardelli.
Leão elogia o artilheiro Diego Tardelli

Para o treinador do Galo, atacante é um dos melhores em atuação no país
Artilheiro do Torneio Verão e maior goleador do Campeonato Mineiro, após as três primeiras rodadas, o atacante Diego Tardelli foi alvo de elogios do técnico do Atlético-MG, Emerson Leão.
- Conheço o Tardelli já de algum tempo atrás e acho que é uma das poucas qualidades que temos hoje no futebol brasileiro. Jogou cinco jogos com a camisa do Atlético-MG e fez sete gols. Fora isso, está tranquilo, jogando bem e se dando bem. Ele está feliz e ficamos satisfeitos porque ele é merecedor dos elogios – disse o treinador, em entrevista ao site oficial do clube.
Tardelli, que balançou as redes sete vezes em cinco partidas, mantém média de 1,4 gols por jogo.
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