quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Pronto para teste, Carini luta para ser titular do gol do Galo

Confirmado como titular pelo técnico Wanderley Luxemburgo para a partida do próximo domingo, contra o Tupi, o goleiro Carini espera mostrar um bom futebol e se manter no time.

O treinador atleticano, que escalou Aranha contra o América, vai observar o uruguaio para então definir quem será o titular.
Para Carini, o revezamento é normal, já que Luxemburgo assumiu a equipe nesta temporada. Se referindo também ao jovem Renan Ribeiro, revelação da base, o uruguaio destacou que o time possui três bons goleiros, todos em condições de serem titulares, o que aumenta ainda mais a dúvida do treinador.


"Quando entra um treinador novo, ele busca a melhor opção para poder jogar. E creio que tanto eu, quanto o Aranha e o Renan podemos defender o gol do Atlético. Da minha parte, tenho que treinar, estar bem, mostrar para o treinador que posso jogar, para quando aparecer a oportunidade ir bem", afirmou, em entrevista ao site oficial do clube.


Carini está confiante que o Atlético terá um ano bastante positivo. Segundo o goleiro, o trabalho está sendo muito bem conduzido pela comissão técnica, e ele aposta que isso será um diferencial durante a temporada.


"As expectativas são boas, os objetivos estão claros, todo mundo sabe, que é disputar a Libertadores e ganhar campeonatos. Está sendo um trabalho muito sério e creio que o Atlético está em um bom caminho para chegar aos seus objetivos", finalizou.



Correa pode ter nova função nas mãos de Luxa



Com poucos volantes de pegada no elenco do Atlético, o técnico Wanderley Luxemburgo pode ser obrigado a fazer uma pequena improvisação na equipe para susbtituir Jonílson, expulso contra o América, na partida de estreia no Campeonato Mineiro.


O treinador ainda não confirma, mas pode recuar Correa para esta posição no jogo do próximo domingo (31), contra o Tupi, no Mineirão. O jogador garante que a mudança não será problema. "Já joguei há muito tempo, na época do Palmeiras. Depois que sai para o exterior, não fiz mais essa função, mas não vejo problema nenhum. Acho que ele sabe que pode contar comigo", afirmou o jogador, que teve uma passagem de destaque pelo futebol ucraniano.


Na partida contra o América, depois que o time ficou sem Jonílson, Correa já executou a função e foi até elogiado por Luxemburgo. "O Wanderley já tinha me testado nessa posição nos treinamentos na pré-temporada. O importante é jogar e tentar evoluir, principalmente nesta semana, para que no domingo a gente possa dar uma resposta diferente dentro de campo", completou.


Para a posição de primeiro volante, além de Jonílson, o clube conta com o jovem Jataí, revelação das categorias de base. Na quarta-feira (27), a diretoria anunciou a contratação de mais um jogador para o setor: Zé Luís, ex-São Paulo. Entretanto, ele só deve ser apresentado sexta-feira (29).


Além da alteração obrigatória em função da expulsão, o time pode ter mais novidades. O atacante Obina já foi regularizado e pode estrear. O meia Evandro, que não foi bem na estreia e acabou substituído, pode perder a
vaga.


Fonte: Jornal Hoje em Dia

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Cáceres diz que negociações com o Galo evoluíram

O Atlético pode ganhar nos próximos dias um novo reforço e desta vez para a zaga. A novela em que se transformou a possível vinda do zagueiro paraguaio Julio César Cáceres para o Galo pode ter um desfecho feliz.

Depois de afirmar, na última quinta-feira, que jogaria a temporada 2010 pelo Boca Juniors, da Argentina, seu clube atual, o defensor adotou discurso diferente nesta quarta-feira. Em entrevista à Rádio Itatiaia, o paraguaio relatou que houve um avanço nas negociações.

“Falei assim porque a liberação era difícil, mas uma nova proposta e uma nova forma de pagamento que o Atlético apresentou para o Boca Juniors fez surgir novamente a iniciativa do clube me contratar e acho que pode dar certo agora”, destacou.

O zagueiro disse que espera uma liberação do Boca para vir até Belo Horizonte, onde definiria os últimos detalhes de seu compromisso com o Atlético. “Necessito do ‘ok’ do clube (Boca Juniors) para viajar para Belo Horizonte. Estavam esperando algum envio de documento de Belo Horizonte para cá. Creio que vão falar com meu representante para esclarecer tudo”.

Valores e condições

A imprensa argentina também destaca o possível acerto de Cáceres com o Atlético e dá detalhes da negociação. Segundo reportagem publicada pelo jornal Olé, o clube pagaria US$ 800 mil por 50% dos direitos do defensor, que ficaria no Galo até dezembro de 2011. Ao final desse compromisso, o Atlético teria que adquirir a outra metade dos direitos do atleta ou negociá-lo com algum outro clube. Caso isso essas opções não sejam exercidas, o Alvinegro desembolsaria ainda US$ 200 mil por cada ano de empréstimo.

Fonte: Superesporte

Revelação do Galo é dispensado do PSV


Jonathan Reis foi flagrado com substâncias ilegais no organismo em exames realizados pelo time holandês



EINDHOVEN (Holanda) - Depois do escândalo do caso do atacante Jobson, do Botafogo, outro jogador brasileiro foi pego pelo uso de drogas, mas desta vez fora do país. Com apenas 20 anos de idade, Jonathan Reis foi flagrado com substâncias ilegais no organismo em exames realizados pelo PSV Eindhoven e foi dispensado do clube.


"É uma decisão difícil, mas inevitável. Discutimos a situação com Jonathan dos Reis por várias horas, e chegamos à conclusão de que não tínhamos outra opção, senão dispensá-lo", explicou Jan Reker, diretor do clube holandês ao site oficial.


O dirigente ainda revelou que o atacante brasileiro já havia passado por problemas fora de campo. "O clube fez de tudo para recuperar a carreira de Jonathan nesta temporada, e o treinador Fred Rutten investiu muito tempo nele. Porém, seus esforços foram em vão", acrescentou.


Revelado pelo Atlético, Jonathan chegou ao PSV em 2007. De lá para cá, atos indisciplinares marcaram a carreira do atleta. Uma delas, em 2008, o mineiro de Contagem, na RMBH, removeu uma imobilização de seu pé antes do período determinado e acabou sofrendo outra fratura, perdendo a pré-temporada com o restante do elenco.

Obina é apresentado


O Atlético-MG apresentou nesta terça-feira o atacante Obina, ex-Flamengo e Palmeiras. Em sua primeira coletiva como jogador do Galo, o Anjo Negro se mostrou bastante surpreso e contente com o carinho que recebeu da Massa Alvinegra logo em seu desembarque na capital mineira.

Obina também agradeceu a confiança do técnico Vanderlei Luxemburgo, com quem trabalhou no Palmeiras, e do presidente Alexandre Kalil. O atacante espera ter condições de jogo para atuar contra o Tupi, pela segunda rodada do Campeonato Mineiro, no próximo domingo, no Mineirão.

Fonte: Lancepress

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A Massa tem que confiar no trabalho do técnico


Feliz com o comparecimento em massa da torcida do Atlético no primeiro jogo da temporada – a grande maioria dos 39.123 mil pagantes no clássico contra o América era de atleticanos – Vanderlei Luxemburgo fez uma ressalva em relação ao comportamento da torcida.

“O torcedor mostrou a presença maciça, mas não mostrou um lado que eu tinha muito medo quando eu vinha jogar aqui contra o Atlético”, disse Luxemburgo.

Segundo o treinador, no momento em que o Galo mais precisava de apoio, pois perdia o jogo e tinha um atleta a menos em campo, boa parte da torcida mostrou impaciência com os erros da equipe.

“A torcida do Atlético carrega o time, empurra o time, ela passa 90 minutos incentivando seus jogadores. E hoje (domingo), quando estávamos com um jogador a menos, eu não vi aquela torcida que eu tinha medo de jogar contra”, disse. “Eu sempre digo que a torcida como a do Atlético, não é o 12º jogador, é o centroavante da equipe. É o que bota a bola para dentro”.

Na próxima rodada, o Atlético também joga em casa. Recebe o Tupi, no domingo, às 17h, no Mineirão. Luxemburgo espera encontrar o estádio cheio e conta com o apoio da massa do início ao fim da partida.

“Vou pedir ao torcedor para vir os 40, 50 mil, mas para fazer aquilo que eu, quando vinha trabalhar aqui, falava: ‘rapaziada, vai ser duro, porque a torcida do Atlético joga o time para dentro, se dermos o espaço, eles vão crescer, vamos ter que marcar mais na frente’. Então, aquilo que eu vinha prevenido, eu quero que aconteça para os adversários saberem que vão jogar contra o Atlético aqui e que tem uma torcida que ajuda a equipe”.


Fonte: Superesporte

Boaventura prevê década mais problemática para América Latina

Os avanços políticos conquistados na última década na América Latina podem receber um freio nos próximos anos, na avaliação do sociólogo e jurista português Boaventura de Sousa Santos. Ele encerrou, neste domingo, (24) as discussões do 6º Fórum Mundial de Juízes, na capital gaúcha. O evento antecede o Fórum Social Mundial (FSM), que começa hoje (25), na mesma cidade.

De acordo com o professor da Universidade de Coimbra, a instalação de uma base militar norte americana na Colômbia e a eleição de um candidato de direita no Chile, Sebastián Miguel Piñera, no último dia 18, são sinais de que a região passará por mudanças.

“Penso que a próxima década será mais problemática que a década passada”, disse. “Os Estados Unidos estão a olhar com muito mais atenção para a América Latina. As bases na Colômbia, obviamente, são um novo sinal do que está a passar”, afirmou.

Na opinião do sociólogo, embora se acreditasse que o neoliberalismo estava “enterrado”, a América Latina convive com problemas que ainda não foram resolvidos, como o trabalho escravo, a criminalização de movimentos sociais e a emergência de grupos paramilitares.

“A questão paramilitar ocorre não só na Colômbia, mas na Venezuela, Bolívia e Equador. Acabo de vir do Equador e constatei assassinatos em série nas comunidades afroequatorianas. São as forças da direita que não aceitam mudanças”, destacou Boaventura, que foi consultor da reforma constitucional equatoriana, em 2008.

Durante a palestra, o sociólogo falou sobre a “promiscuidade” que surgiu com a influência do neoliberalismo sobre a economia e a política, sobre o privado e o público.

“Isso se transformou na privatização do Estado de tal modo que o controle do Estado se tornou uma luta tida como anti-democrática”. Como exemplo, citou a pressão de alguns segmentos, nos Estados Unidos, contra a aprovação de um sistema de saúde público naquele país, derrubada pelo Congresso.

“Não é possível que a maioria da população norte-americana seja contra o sistema público, mas neste momento não haverá mais sistema público porque foram gastos mais de U$ 50 bilhões pelo lobistas para que a proposta fosse retirada”.

O sistema de saúde norte-americano é um dos mais caros do mundo. Estimativas revelam que cerca de 16% da população ou 50 milhões de pessoas não têm cobertura nem do governo nem dos planos privados.

“O fim do século mostrou que os conflitos individuais são sintomas dos conflitos coletivos. As desigualdades são estruturantes”, afirmou antes de destacar o papel do judiciário na solução dos desses problemas.

“Os juízes das próximas décadas terão que ser objetivos, mas não podem ser neutros. Neutralidade é tomar posição dos poderosos, principalmente, quando a direita está no poder. Os juizes precisam saber se estão do lado dos oprimidos ou dos opressores”, completou.

Para o professor, que acompanha a instalação do Observatório da Justiça Brasileiro, uma das transformações necessárias nos países é uma mudança na “cultura judicial” desde a educação básica, passando pela mídia até o ensino superior.

“As faculdades de direito são as mais reacionárias, se mantêm como no tempo das ditaduras”, disse Boaventura, que acredita no direito como instrumento contra-hegemônico e ressaltou o papel de advogados que trabalham em favor de movimentos sociais mesmo ameaçados de morte.

Em entrevista à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Boaventura esclareceu os principais pontos da palestra, explicando porque a próxima década deve ser mais problemática. Falou sobre as transformações pelas quais passa a região, inclusive, com alguns países revendo o passado de regimes de exceção e os impactos da colonização sobre a diversidade racial.

Boaventura defende a “descolonização” da América Latina, com o enfrentamento do racismo contra afrodescendentes e indígenas, por meio de políticas de reconhecimento como as ações afirmativas, acesso à terra e aos recursos naturais. “A democracia racial é uma tarefa e não uma realidade. Basta olhar para esse auditório e ver que falta muito”.

Agência Brasil: Por que a previsão é de que os conflitos tendem a se acirrar na próxima década?

Boaventura de Sousa Santos: Essa última década foi de muitas conquistas. Governos progressistas chegaram ao poder, o caso do Brasil é um desses, assim como Venezuela, Equador, Bolívia, Nicarágua, El Salvador. Mas há grandes avanços políticos que não sabemos se são sustentáveis na próxima década. Aliás, as eleições no Chile são a primeira nota em que o candidato de direita ganhou as eleições. Também não sabemos o futuro da Venezuela, portanto, há nuvens no horizonte.

Também estou preocupado com essa emergência e fortalecimento de grupos paramilitares, que estão aparecendo em várias partes do continente e, portanto, com ataques aos direitos humanos, já não propriamente aos direitos econômicos e sociais, mas aos mais elementares: o direito à vida, o direito cívico, político.

Ainda vejo com preocupação a presença norte-americana nesse continente para evitar que seus interesses estratégicos sejam postos em causa, nomeadamente, no que diz respeito aos recursos naturais. Tudo isso me faz pensar que será uma década mais complicada.

ABr: Quais as transições que ocorrem na sociedade e merecem atenção?

Boaventura: Estão em curso, em muitos países da América Latina três tipos de transição. Uma, que é a transição da ditadura à democracia. Aqui, como me referi à questão da Lei da Anistia, se ela atinge ou não crimes de tortura, crimes contra a humanidade. Quer dizer, em que medida que a ditadura permanece.

Depois, há uma transição do capitalismo para o socialismo e outra, que também aparece na região, é a transição do colonialismo para o fim do racismo. A descolonização, feita por meio das ações afirmativas, das lutas dos afrodescendentes, dos povos indígenas é lenta.

ABr: O Supremo Tribunal Federal (STF) analisa neste ano uma ação de inconstitucionalidade contra as cotas nas universidades, outra contra o decreto que regulamenta as terras quilombolas e pode voltar a debater questões indígenas. Qual sua expectativa em relação à Justiça brasileira?

Boaventura: Estou preocupado. Neste momento, não sabemos nada. Temos apenas uma informação do presidente da Corte, o ministro Gilmar Mendes, com uma certa opinião que pode levar o tribunal a um certo sentido... Mas, obviamente, é um conjunto de magistrados que vai decidir (…) Não sabemos.

O certo é que há uma grande preocupação dos movimentos sociais, quilombolas e de parte do movimento indígena de que ocorra um certo retrocesso no reconhecimento de terras, inclusive, com alguma criminalização do protesto social. É uma decisão importante [a do STF], que a sociedade brasileira deve ficar atenta, sobretudo, para manter as ações afirmativas, as lutas dos quilombolas. O que está em causa é acabar com o reconhecimento.

ABr: Pontos polêmicos do 3° Plano Nacional de Direitos Humanos, lançado recentemente pelo governo federal, foram citados indiretamente durante sua palestra, como a impunidade de agentes do Estado que cometeram crimes durante a ditadura e a influência da concentração dos meios de comunicação sobre a população. Qual impacto dessas propostas?

Boaventura: Não conheço o documento do governo federal. Em relação aos meios de comunicação, [o impacto da concentração] não é tão simples como poderia ser na medida em que, se o impacto fosse total, por exemplo, os governos progressistas não ganhariam eleições.

Caso conseguissem dominar a tal ponto a opinião pública nem Chávez [Hugo Chávez, presidente da Venezuela], nem Correa [Rafael Correa, presidente do Equador], nem Morales [Evo Morales, presidente da Bolívia] tinham sido eleitos. Acho que o impacto é em outro nível. É aproveitar a debilidade dos presidentes e dos governos progressistas, magnificando [ampliando] alguns dos seus fracassos, limites e, por vezes, influenciando, de fato, os tribunais, coisa que fazem com muita força.

ABr: Qual exemplo dessa influência dos veículos de comunicação sobre o Judiciário?

Boaventura: Basta ver qual foi a posição da imprensa brasileira em relação à revisão da Lei de Anistia. Não é de maneira nenhuma uma posição equilibrada. Conheço o grupo da Comissão de Anistia da Secretaria Especial de Direitos Humanos e eles fazem um trabalho notável.

ABr: Como evitar essas influência sobre o Judiciário?

Boaventura: A partir da escola. Penso que a formação tem que ser outra. A partir das próprias faculdades de direito. É preciso sensibilizar os alunos para a justiça social. Isso obriga as grandes escolas a não ensinar apenas as técnicas jurídicas, mas o conhecimento social, cultural, para que haja um entendimento de que as sociedades são interculturais, mas muito desiguais. Esses são, portanto, problemas jurídicos e não apenas políticos.

Fonte: Agência Brasil

Volante Zé Luís deve ser o próximo reforço do Galo


Sem oportunidades no São Paulo de Ricardo Gomes, o volante Zé Luís pode ser anunciado nas próximas horas como o novo reforço do Atlético para a temporada 2010. O jogador já defendeu a camisa alvinegra em 2004, quando disputou 48 jogos pelo Galo e marcou quatro gols.

O volante, de 30 anos, conseguiu um acordo com a diretoria do Tricolor paulista para negociar sua transferência para outro clube e já realizou os primeiros exames médicos em Belo Horizonte na manhã desta segunda-feira.

Segundo a assessoria de imprensa do Atlético, ainda não há nada firmado entre o clube e o atleta. O interesse pelo retorno do volante foi confirmado pela assessoria, assim como a vontade de Zé Luís de voltar a vestir a camisa do Galo.

Segundo assessor Domênico Bhering, o acerto dependerá dos resultados dos exames que o volante ainda realiza em Belo Horizonte.

Ficha do jogador

José Luís Santos da Visitação

Data de nascimento: 23/03/1979
Naturalidade: Salvador-BA
Altura: 1,82 m
Peso: 80 Kg

Clubes

1997/00 - Mogi Mirim Esporte Clube
2000 - Esporte Clube Cruzeiro (RS)
2000/03 - Mogi Mirim Esporte Clube
2003 - Marilia Atlético Clube
2004 - Clube Atlético Mineiro
2005 - Associação Desportiva São Caetano
2006 - Tokyo Verdy 1969 (JAP)
2007 - São Paulo Futebol Clube

Títulos
2007 - Campeonato Brasileiro
2008 - Campeonato Brasileiro


Fonte: Superesportes

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Partidos iniciam diálogo por aliança em Minas Gerais

As articulações em Minas Gerais para a disputa eleitoral de 2010 dominaram a conversa mantida nesta quinta-feira (21) pelos presidentes dos diretórios regionais do PR, Clésio Andrade, e do PT, Reginaldo Lopes.
No encontro em restaurante próximo à Assembleia Legislativa, Andrade confirmou que é candidato a uma vaga no Senado e não escondeu o desejo de ter o apoio dos petistas. Para Lopes, é “uma grande vitória” a aproximação entre os dois partidos.

Segundo Andrade, já existe uma definição do PR no plano nacional. “Nos próximos dias, o PR vai anunciar seu apoio incondicional à candidatura da ministra Dilma Rousseff para a sucessão do presidente Lula”, explicou.

Andrade, porém, deixou claro que o diálogo está aberto para outras legendas também. O presidente do PR confirmou que tem um encontro marcado, no próximo dia 26, com o deputado federal Toninho Andrade, presidente estadual do PMDB. Na sequência, já estão previstas novas reuniões de negociação com o deputado federal Narcio Rodrigues, presidente do PSDB mineiro, e com Wander Borges, do PSB.

Ainda de acordo com Andrade, com a decisão do governador Aécio Neves (PSDB) de não disputar a indicação do partido para a sucessão do presidente Lula, o PR se declarou desobrigado de um acordo com o PSDB mineiro para as eleições deste ano. “Estamos tomando a frente para tentar articulações com outros partidos, com objetivo de traçar as possibilidades de coligação para composição das chapas. Em Minas, com ou sem o governador na disputa, existem ainda muitos cenários em aberto e, claro, podemos encontrar ainda muitos lances imprevistos”.

Quanto ao aceno sobre sua possível candidatura ao Senado pela coligação com o PT, Andrade explicou que a proposta nasceu de um acordo interno no PR. “Foram os deputados do partido que lançaram meu nome”. Para o presidente do PT mineiro, este primeiro encontro de negociação com Clésio Andrade significa, antes de tudo, “uma grande vitória”.

“Tudo levava a crer que o PR de Clésio Andrade seria um apoio importante para a candidatura do vice-governador Anastasia. Mas a decisão anunciada por Aécio, de não concorrer a uma indicação do PSDB para a disputa pela Presidência da República, mudou todo o cenário em Minas Gerais”, avaliou Reginaldo Lopes.

O fato de Clésio ter colocado seu nome como possível candidato ao Senado, segundo Lopes, é uma possibilidade que será considerada na construção das alianças, mas que antes precisa ser aprovada pelas executivas nacionais dos partidos”, destacou. Na avaliação de Lopes, como o PR faz parte da base aliada do Governo Lula, “nada mais coerente do que uma aproximação com o PT em Minas”.

Lopes também confirma que, para os próximos dias, terá encontros com dirigentes de outros partidos que compõem a base aliada de Lula, entre eles o PP do deputado estadual Alberto Pinto Coelho, além do PCdoB e do PSB. “Até junho teremos muitas rodadas de diálogos e negociações de alianças para a composição das chapas que irão disputar as eleições. Esta é a determinação do PT e, por certo, também deve ser a disposição do PR”, destacou. Candidato reeleito para presidir o PT mineiro, Reginaldo Lopes será empossado no cargo no próximo dia 8 de fevereiro.

Um dos campos do PT mineiro, a Articulação Democrática, ligado a Lopes, reuniu-se ontem em uma primeira rodada de conversas a respeito da indicação para composição do diretório estadual e da Executiva. Conforme informações de Lopes, seu grupo indicará 8 integrantes dos 59 do diretório e três dos 19 da Executiva. As chapas que disputaram vagas na direção do PT de Minas, na eleição interna de 2009, têm até a próxima segunda-feira para indicar os nomes que comporão a instância partidária.


Fonte: Jornal Hoje em Dia

Ainda restam vagas no grupo

Araxá – A contratação do atacante Obina, anunciada no fim da noite de quarta-feira, não vai encerrar a busca por reforços no Atlético. O clube, que já havia contratado para a temporada o zagueiro Jairo Campos, o lateral-esquerdo Leandro e o atacante Muriqui, estaria próximo de acertar com o volante Felipe Bastos, de 19 anos.

Formado pelo Botafogo, o jogador foi emprestado pelo Benfica ao Galo e já até deixou Portugal, segundo o jornal O Jogo, para se apresentar a Vanderlei Luxemburgo neste fim de semana. “Nunca haverá grupo fechado para mim, sempre haverá espaço para o bom jogador”, disse o técnico Vandelei Luxemburgo, que, entretanto, não fala sobre nomes antes que as negociações estejam concretizadas.

Ontem, em seu blog, em post intitulado “Obina, uma indicação minha”, ele se mostrou satisfeito com a chegada do atacante, que fará 27 anos dia 31. “Tenho muita certeza que o Obina terá uma passagem excelente aqui no Atlético. Já tinha se dado bem comigo no Palmeiras. (...) Trata-se de um excelente profissional e de ótimo caráter. Acredito que ele vai acrescentar e muito ao nosso time, bem como acredito no seu sucesso na temporada”, afirmou.

Também pela internet, em seu perfil no Twitter, o artilheiro Diego Tardelli deu boas vindas a Obina, com quem jogou em 2008, no Flamengo. “Tenho certeza que o Obina terá muito sucesso aki (sic) no nosso Galo e fico muito feliz em poder trabalhar com ele novamente...seja bem-vindo!!!”

Juntos, Tardelli e Obina ajudaram o rubro-negro a ser campeão carioca em 2008. Na final, a equipe perdia por 1 a 0 e o técnico Joel Santana os mandou a campo depois do intervalo: o novo reforço atleticano marcou duas vezes, enquanto Tardelli fez um gol, virando o jogo para 3 a 1.

O Atlético não revela quanto pagou para ter o atacante, que ano passado foi emprestado ao Palmeiras e vai assinar contrato de três anos. Segundo informações, um grupo de investidores pagou ao Flamengo R$ 1,75 milhão por 50% dos direitos, com o clube carioca tendo direito a 30% no caso de uma futura negociação.

Por outro lado, o zagueiro Cáceres descartou a volta ao Galo. Ele afirmou à imprensa argentina que permancerá no Boca Juniors, o que foi confirmado pelo manager do time argentino, Carlos Bianchi.

Definição do time Ontem à tarde, sob chuva, Luxemburgo comandou mais um treino no campo da associação de funcionários de uma empresa de Araxá. Segundo ele, a partir dessa atividade começou a preparação específica para o jogo com o América.

“Domingo começa nossa temporada para valer e agora iniciamos a definição do time para a estreia. Os jogadores estão se entrosando, estou achando legal. Aos poucos venho ajeitando o meio-campo para fazer as coisas que quero, implantando a filosofia que julgo certa, tudo normal em começo de trabalho no futebol”, argumentou o treinador, que mantem a base do time montado por Celso Roth, seu antecessor.

Se ele repetir a formação usada esta semana nos treinos em Araxá, o Galo vai estrear na temporada com Aranha; Coelho, Werley, Jairo Campos e Leandro; Jonílson, Correa, Ricardinho e Evandro; Muriqui e Diego Tardelli. Essa também foi a formação que começou o amistoso contra o Araxá, na noite de quarta-feira, vencido por 3 a 1, de virada, com gols de Tardelli, Coelho e Júnior.

Mesmo considerando que o Atlético ainda tem muito a melhorar, Luxemburgo gostou do teste diante do Ganso. “Foi um jogo de muitas faltas, o que é normal, pois para eles era como a final da Copa do Mundo. Mas valeu.”

O Atlético treina hoje à tarde no Alto Paranaíba e à noite retorna a Belo Horizonte. Amanhã, treina pela manhã na Cidade do Galo, encerrando a preparação para pegar o América. A pré-temporada, porém, continuará depois do início do Mineiro.


Fonte: Superesporte

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Galo Recebe Onibus da VW

Em evento realizado na manhã desta terça-feira no estádio do Mineirão, o Atlético recebeu da Volkswagen Caminhões e Ôinbus um veículo VW18.320 EOT, que será utilizado para transportar a comissão técnica e jogadores nos translados terrestres. O clube entrou na "Seleção Volksbus", composta por 14 clubes no país.

O custo estimado de cada ônibus foi de R$ 600 mil e tem pinturas personalizadas.

Chico Maia: Domingo diferente

Fui surpreendido ontem, antes das 9h, por um telefonema do Alexandre Kalil. O presidente atleticano convidava para uma visita à Cidade do Galo, com direito ao jogo-treino contra o Guarani de Divinópolis. No último domingo do ano novo, sem futebol profissional, fui lá e gostei muito de tudo e todos que vi, da estrutura do Centro de Treinamento aos companheiros de imprensa que lá estavam na labuta. Do jogo, quase nada, porque cheguei no fim.

Interessante mesmo foi ver tantas obras concluídas, em andamento, e os novos equipamentos instalados no departamento médico e de fisioterapia, de última geração. De tal ordem que Vanderlei Luxemburgo sugeriu que tudo seja mostrado à imprensa e ao público, para que todos vejam o que é o Atlético atual. Kalil fará isso, e disse que agora está chegando a hora de abrir a Cidade do Galo para a torcida conhecer. Só não o fez ainda porque é preciso proporcionar conforto básico aos visitantes, como banheiros, área para cafezinho, água, recepcionistas e coisas tais.

E certamente quem for lá vai se encontrar com Kalil, porque este é um dos maiores prazeres da vida do presidente, junto com os seus filhos. Um torcedor, dos mais apaixonados, no comando do clube do coração.

Em casa. O presidente mostra as dependências do centro de treinamento com entusiasmo juvenil. Fala de cada detalhe, quanto custou, para que serve e quantos clubes "do mundo" têm coisa parecida. Quem conhece Kalil apenas das entrevistas, não imagina o ser humano que está por trás do "louco" carrancudo e raivoso quando está na defesa dos interesses alvinegros.

Família. As atenções ao Atlético só são divididas por Kalil com os filhos Felipe, 23, João Luiz, 20, e Lucas, 16, presenças permanentes ao seu lado e igualmente radicais na paixão alvinegra. De férias, no Rio, a mãe deles, Gláucia, os quer lá, mas está difícil: o time estreia domingo contra o América. Vão porque o pai exige que obedeçam à mãe, mas voltarão para o jogo.

Exemplo. Outra presença permanente na vida do presidente do Atlético é o pai, Elias, inspirador de todos os seus atos, à frente do clube e em sua vida pessoal e profissional. A diferença entre os dois, como presidente, é que o pai era mais "estadista" e esgotava todas as instâncias "diplomáticas" antes de brigar.

Do mundo. O domingo passou rápido. Enquanto eu conversava com Kalil e seus filhos, o telefone tocou. Atendi dizendo que estava com o presidente de um dos maiores clubes do Brasil. Fui interrompido pelo próprio com uma "correção": "do Brasil não, do mundo". Até nisso Alexandre é igual a Elias Kalil: o Atlético não pode ser colocado abaixo de nenhum clube do planeta.


Publicado por Chico Maia em sua coluna do jornal O Tempo

Ricardinho enaltece bom trabalho de preparação do Galo


Confiante para a estreia do Campeonato Mineiro no domingo (24), contra o América, o meia Ricardinho elogiou nesta segunda-feira o trabalho de preparação realizado no Atlético Mineiro e disse que os jogadores já estão prontos para o início de temporada.

"A gente está tendo uma evolução boa, estamos trabalhando bem e nos dedicando muito. Para o início de temporada, tudo está indo dentro da normalidade, mas com um aproveitamento muito bom", avaliou o meia.

Para o jogador, o bom trabalho realizado pela comissão técnica de Vanderlei Luxemburgo permitirá que os jogadores cresçam de produção no momento ideal. "Qualidade no futebol é tudo. Quando a gente treina com qualidade, se prepara com qualidade, dentro de um planejamento que a comissão técnica tem, a tendência é você evoluir gradativamente e o contato com a bola é essencial. A gente faz muito isso e acho que estamos tendo um bom início", completou.


Fonte: Hoje em Dia

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Cáceres cada vez mais perto do Atlético-MG


Zagueiro diz à imprensa paraguaia que pode fechar com o Galo nas próximas horas

O Atlético espera alcançar nas próximas horas o sucesso no desfecho das negociações que envolvem o zagueiro Cáceres e o Boca Juniors (ARG) para poder anunciar o paraguaio como novo reforço para a temporada.

Depois de a negociação ter esfriado, ela voltou a pegar fogo nos últimos dias e a expectativa é grande de que Cáceres acerte com o Galo. Com o clube mineiro já está tudo apalavrado.

Em sua edição eletrônica desta quarta-feira, o jornal paraguaio La Nación publicou uma declaração de Cáceres concedida à Rádio 780 AM que deixa claro em qual situação está a transferência. Faltam poucos detalhes.

– É a opção que mais me agrada e pode se confirmar nas próximas horas – disse Julio Cesar Cáceres.

Para tirar o jogador do clube argentino, o Atlético estaria disposto a comprar 50% dos direitos econômicos do paraguaio. Depois de considerar a oferta inicial baixa, o Boca teria balançado com a nova investida.

O LANCE!NET entrou em contato com o empresário Gilmar Veloz, que está cuidando da negociação, mas ele preferiu não dar detalhes. Apenas confirmou que a situação evoluiu bem nessa quarta-feira.


Do Lancenet

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Reinaldo ansioso para reforçar o time do Galo


Reinaldo, atacante que estava no Manisaspor, da Turquia, e já defendeu no futebol brasileiro Botafogo e Grêmio, depende de sua recuperação para defender o Atlético em 2010. Ele acertou com o técnico Vanderlei Luxemburgo: vai utilizar toda a infra-estrutura da Cidade do Galo para se recuperar, assinando depois o contrato. O tratamento começou esta semana.

“Espero estar pronto o mais rápido possível para ajudar e retribuir a confiança que estão me dando”, disse o atacante.

A presença no CT atleticano, ao lado do restante do elenco, pode ser benéfica para uma recuperação mais rápida, acredita Reinaldo: “A gente está sempre conversando, vendo o treino. Isso gera uma ansiedade normal, faz com que você faça o trabalho bem feito para voltar o mais rápido possível”, disse.

Reinaldo, 29 anos, passou por cirurgia no joelho direito, realizada em novembro para a reconstituição do ligamento cruzado anterior. O jogador se machucou quando ainda defendia o Manisaspor. “O clube queria que eu fizesse a cirurgia lá, mas eu não senti confiança. Preferi voltar para o Brasil”. Ele deve ficar ainda mais quatro meses em recuperação.

Se tratar na Cidade do Galo, com possibilidade de assinar contrato com o clube, foi uma proposta rapidamente aceita pelo jogador.

“Para mim é importante fazer uma recuperação em clube grande como o Atlético. Quando houve essa oportunidade, eu fiquei muito feliz, pela estrutura que tem e pelo clube que é. Para mim foi muito importante e eu fiquei muito feliz de receber essa oportunidade e vou esperar recuperar para que a gente possa assinar contrato e ajudar o Atlético”, disse Reinaldo.

Após as férias, de volta ao trabalho