terça-feira, 30 de março de 2010

De olho na camisa 1


Há algum tempo, a camisa 1 do Atlético não tem um dono absoluto. Jogadores, da base e contratados, passaram pela posição e, até o momento, nenhum convenceu o torcedor. Nesta segunda-feira, Marcelo, 26 anos, com passagem pelo Corinthians e que estava no Bahia, chegou na Cidade do Galo para entrar na briga.

Ele vai disputar a posição com os questionados Aranha - atual titular - e Carini, além da promessa Renan Ribeiro. “Eu, particularmente, não estava acompanhando a sequência de jogos do Atlético. Cobrança sempre é bom, porque aumenta a responsabilidade e é nesse tipo de situação que mostra o verdadeiro jogador”, disse.

O arqueiro elogia os novos companheiros, mas avisa que vai buscar a titularidade: “Eu conheço o trabalho do Aranha, é um grande goleiro, o Carini e o Renan também. Todos têm qualidade, como também tenho a minha. Eu vim para brigar por posição e espero conquistar”.

Marcelo assinou contrato de dois anos, com possibilidade de prorrogação por mais um. A negociação iniciou-se já há algum tempo, revelou o goleiro: “O Atlético me procurou há algum tempo, mas a demora é normal, porque tinha que rescindir com o Bahia e com o Corinthians para poder me apresentar”.

O goleiro não atua desde o final do mês de janeiro, quando sofreu estiramento na panturrilha durante o clássico com o Vitória. Recuperado, trocou o Bahia pelo Atlético. “Estou fazendo os trabalhos físicos, vou começar os com bola. Acho que com mais uns cinco dias estou apto a atuar”.


Superesportes

segunda-feira, 29 de março de 2010

Diego Tardelli faz três gols e pede música no Fantástico



O Fabiano fez o primeiro gol do Atlético Mineiro em cima do Ituiutaba do jeito mais esquisito.

Foi com o sovaco do cotovelo. O Alex Brás tentou tirar, também com a mão, mas a bola já tava lá dentro.

O Fabiano também fez o segundo gol do Galo. E o Fabiano sofreu pênalti. Se batesse o pênalti, ia pedir música. O cobrador desse pênalti iria pedir música, mas não era o Fabiano. Era o Diego Tardelli.

Taí, essa é a trilha sonora pra você curtir os três gols do Diego Tardelli.

O de pênalti, você já viu. O Renan Oliveira também fez um. Mas o Tardelli voltou com outros 2.

E, depois do terceiro, ele já saiu com o microfone na mão, já sabia que ia pedir música.

Grande Tardelli! acostumado a pedir música no fantástico.

Também teve gente pedindo música em Goiás. Mariazinha é a trilha sonora para os três gols do Maranhão, na vitória do Anapolina por 5 a 1 em cima do Canedense.

Tardelli brilha, Galo goleia e sobe para terceiro


O Atlético encerrou de forma positiva a fase de classificação do Campeonato Mineiro. Aproveitando o mando de campo a favor, com a presença da torcida, e a fragilidade do adversário, o Galo goleou o Ituiutaba por 6 a 0, neste domingo, no Mineirão. Fabiano (2), Diego Tardelli (3), um em cobrança de pênalti, e Renan Oliveira fizeram os gols do alvinegro, que melhorou a posição e subiu ao terceiro lugar na tabela.

Além da goleada, o Atlético foi beneficiado pelo empate do Ipatinga, com quem disputava até a vice-liderança, diante do Villa Nova, no ipatingão. Com isso, o alvinegro encerrou a fase de classificação do Mineiro em terceiro lugar, com 22 pontos, evitando um possível confronto com o Cruzeiro já nas semifinais. Assim, as duas equipes só se enfrentariam na decisão do título.

O adversário do Atlético, nas quartas-de-final, será o América, que venceu o Uberaba (2 a 1), no Triângulo Mineiro, e foi ao sexto lugar. O Galo terá a vantagem de jogar por dois resultados com mesmo saldo de gols: dois empates ou vitória e derrota com o mesmo saldo. A goleada deste domingo resultou no rebaixamento do Ituiutaba ao Módulo II do Estadual.

O jogo

Em situação tranquila na tabela, já classificado às quartas-de-final com antecedência, a principal motivação do Atlético era subir na tabela, procurando melhorar a posição no encerramento da primeira fase. Já o Ituiutaba lutava desesperadamente contra o rebaixamento ao Módulo II. Era uma tarefa quase impossível. Vencer o Galo no Mineirão e ainda torcer por tropeço de concorrentes mais próximos.

Mesmo precisando ganhar, o Ituiutaba pouco fez no primeiro tempo. O que se viu em campo foi um time atacando, o Atlético, e outro apenas se defendendo. O time do Pontal quase não passou do meio-campo, chegando apenas duas vezes ao gol de Aranha. Já o Galo aproveitou o espaço dado pelo adversário para ampliar o saldo.

A facilidade era tanta que logo aos 10min saiu o primeiro gol do Atlético. Fabiano recebeu na área e tocou na saída do goleiro. A bola ainda tocou na mão do alvinegro antes de entrar. Não demorou mais que cinco minutos para o Galo fazer o segundo. E novamente com Fabiano. Leandro escapou pela esquerda e cruzou na medida para o volante cabecear: 2 a 0.

O Ituiutaba marcava muito atrás, atraindo o Atlético para seu campo de defesa. E o Galo poderia ter feito o terceiro já aos 18. Renan Oliveira puxou contra-ataque e tocou a Tardelli, que dividiu com o goleiro. No rebote, Obina chutou e a zaga aliviou quando a bola ia entrando. Do outro lado, Aranha só foi trabalhar aos 20min, quando interceptou conclusão de Dinho.

Como se estivesse treinando, o Galo chegou ao terceiro gol. Fabiano invadiu a área e foi derrubado por Neylor. Diego Tardelli cobrou no canto direito, aos 29, deslocando o goleiro. O atacante voltou a deixar a marca depois de mais de um mês sem balançar as redes. A última fora na goleada de 7 a 0 sobre o Juventus, no Acre, pela Copa do Brasil.

O Atlético, que perdeu Jairo Campos por contusão – cedeu vaga a Werley – poderia ter feito o quarto ainda no primeiro tempo. Aos 40, Obina recebeu passe de Tardelli, invadiu a área e serviu a Leandro, que acabou desperdiçando, sem goleiro. O Ituiutaba chegou outra vez com Dinho, mas Aranha voltou a trabalhar bem.

Brilho do artilheiro

No segundo tempo, o jogo continuou à mercê do Galo, que chegava com muita facilidade. O Ituiutaba estava visivelmente abatido, já se conformando com o rebaixamento. E logo aos 6min, Renan Oliveira fez o quarto, depois de receber lançamento de Coelho, tirar um marcador e tocar na saída de Rafael. Vanderlei Luxemburgo aproveitou para mexer na equipe, trocando Júnior por Muriqui, mas queria ver o time atacando em busca do quinto, que por pouco não saiu em cobrança de falta de Coelho.

Luxemburgo mexeu novamente, sacando Coelho para a entrada de Carlos Alberto. O alvinegro continuou absoluto, enquanto o Ituiutaba jogava para não sofrer mais gols e, se possível, aproveitar uma chance para diminuir. Mas o time do Pontal mostrava dignidade, sem apelar para a violência na marcação. Os visitantes só resistiram até os 31min, quando Muriqui cruzou da direita e Diego Tardelli desviou para as redes, mostrando que estava disposto a retomar a fase de artilheiro.

Apesar dos 5 a 0, a torcida cantava nas cadeiras, na expectativa de mais gols. E o time atendeu aos pedidos, continuando em cima do adversário, em busca do sexto gol. Diego Tardelli cobrou falta e quase fez mais um. O atacante estava mesmo com fome de gol. Mais que desencantar, Tardelli voltou a brilhar com a camisa do Galo. Aos 40, ele recebeu ótimo passe de Obina, entrou pela área, driblou o goleiro e empurrou para as redes: 6 a 0.

Morre o jornalista Armando Nogueira


O comentarista esportivo Armando Nogueira, de 83 anos, faleceu hoje vítima de um câncer no cérebro, que o afligia desde 2007.

Um dos ícones da crônica esportiva, Nogueira esteve presente em coberturas de Copa do Mundo desde 1954 e dos Jogos Olímpicos desde 1980. O jornalista escreveu 10 livros, entre eles "A Copa que ninguém viu e a que Não Queremos Lembrar", em parceria com Jô Soares e Roberto Muylaert.

Nogueira já foi diretor da Central de Jornalismo da TV Globo e atualmente estava na Sportv, em que tinha o seu próprio programa, e atuava como comentarista da rádio CBN.

terça-feira, 16 de março de 2010

Luxa quer Fabiano mais recuado


O volante Fabiano vive no Atlético um recomeço. Ele marcou duas vezes na goleada de 4 a 0 sobre a Caldense, na rodada passada do Campeonato Mineiro, no Mineirão, sendo um dos destaques da partida. Mas a recomendação na Cidade do Galo é para que ele jogue como no início da carreira, como segundo volante, mais preocupado com a marcação do que com o ataque. Sobretudo, amanhã, quando o alvinegro enfrentará a Chapecoense, às 21h, no Estádio Índio Condá, em Chapecó, Santa Catarina, jogo de ida da segunda fase da Copa do Brasil.

Para o jogador, não será fácil voltar a atuar mais recuado, função que não exerce há cerca de sete anos. “O Vanderlei vem cobrando muito isso. Trabalhei com ele assim, na Seleção Brasileira, em 2000, sempre jogando mais atrás. Depois, nos clubes, passei a atuar mais avançado. Agora, ele me mandou parar de buscar o gol, porque os atacantes têm de fazer isso. Então, é trabalhar em função do grupo”.

Fabiano conta que passou a jogar mais adiantado quando foi para o Santos, com o qual foi campeão brasileiro em 2002. “Naquela época, virei praticamente um atacante por causa do momento que o time estava vivendo. Alguém se machucou, não me lembro bem quem, e o Leão (Emerson, técnico) me chamou e perguntou se eu queria jogar avançado. Aí, deu no que deu. Fui contratado para jogar como atacante na Espanha e no México e foram quase sete anos assim. Quando vim para o Atlético, na primeira vez, já era armador. Mas a gente nunca esquece a forma de jogar”, garante, sem se iludir com o resultado contra a Caldense.

Cauteloso e bastante convicto, ele afirma: “Não se pode fazer de uma partida um campeonato. Foi um fim de semana bom, mas não vamos generalizar. Daqui para frente, é jogar com os pés no chão, ciente de que há ainda muito trabalho. As oportunidades estão sendo dadas e precisam ser bem aproveitadas por quem realmente quiser ser titular”.

A partida contra a Chapecoense, segundo Fabiano, é uma dessas chances, pois o objetivo é vencê-la por mais de um gol de diferença e eliminar o jogo de volta, dia 1º, no Mineirão. “Sabemos que o ímpeto de equipes menores numa competição de tiro curto como a Copa do Brasil é maior do que o normal. Por isso, temos de manter a posse de bola e não perder oportunidade de fazer gol”.

O também volante Zé Luís concorda. “A Copa do Brasil é diferente de qualquer estadual. O futuro, realmente, é decidido em dois jogos, ou em 90 minutos, dependendo do resultado. Por isso, independentemente da situação do adversário no Campeonato Catarinense, teremos de ser inteligentes. Determinação será fundamental para vencermos da forma que queremos, eliminando a volta. Se não der, que seja uma boa vitória que nos dê tranquilidade na outra partida”.

Noite de tribunal

O armador Ricardinho engrossa a lista de desfalques atleticanos. Ele está com estiramento na panturrilha esquerda e ficará 15 dias afastado. O atacante Diego Tardelli e o volante Correa também permanecem em tratamento.

O técnico Vanderlei Luxemburgo, que será julgado esta noite pela 2ª Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD), define hoje quem joga no lugar do armador. O treinador foi denunciado no artigo 258 (assumir qualquer conduta contrária à disciplina ou à ética desportiva) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD), por ter respondido com gestos às provocações da torcida do Cruzeiro, no clássico contra o arquirrival. Também será julgado o mandado de garantia impetrado pelo Galo solicitando o adiamento do restante do jogo contra o América de Teófilo Otoni.

Lançamento


O novo uniforme do Atlético será apresentado hoje à imprensa e convidados, em evento no Automóvel Clube, a partir das 20h. O lançamento da coleção 2010 marca o início das comemorações do aniversário do alvinegro, que completa 102 anos no dia 25. Os torcedores poderão adquirir a nova camisa a partir das 23h, na Loja do Galo, situada ao lado da sede de Lourdes.

UAI

terça-feira, 9 de março de 2010

Galo acerta com o meia equatoriano

O presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, confirmou na noite desta segunda-feira o acerto com o meia equatoriano Edison Méndez, de 30 anos, que defende a LDU. Pelo Twitter, o mandatário atleticano anunciou que o novo reforço chega em 4 de julho, já que tem contrato com sua atual equipe até o meio do ano.

Méndez desembarcou nesta segunda-feira em Belo Horizonte, onde deveria assinar um pré-contrato e já realizar exames médicos. O meia é o primeiro reforço do Atlético para o Campeonato Brasileiro, que começa em maio, e o segundo jogador equatoriano vindo da LDU. Até o ano passado, o zagueiro Jairo Campos, hoje no time mineiro, era companheiro de Méndez no Equador.

O meia chega credenciado por sua experiência internacional. Além de ter atuado no México e na Holanda, onde jogou com Diego Tardelli no PSV, Méndez participou de duas Copas do Mundo (2002 e 2006) pela seleção do Equador. Além disso, o jogador teve destaque em 2009, quando marcou três gols na goleada da LDU sobre o Fluminense, por 5 a 1, no jogo de ida da final da Copa Sul-Americana.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Nas entrelinhas

Quase não coloco minha opinião no blog mais pela falta de tempo do que vontade.

Hoje a "maquina de marketing azul " me tirou do sério, iniciando ontem quando o comentarista da principal radio de BH analisando a equipe do galo que entraria em campo já antecipava cobrança a Renan Oliveira dizendo " ele vai ter mais uma chance, tomara que aproveite" esquecendo o comentarista que no campeonato brasileiro 2008, Renan foi fundamental nas principais vitórias, e agora, tem jogado pouco. Ontem esteve bem juntamente com Ricardinho.No final da partida o comentarista rasga elogios ao Aranha, Marques e Júnior. A impressão que tenho é de má intenção. Para ser mais claro, colocar duvidas nos bons jogadores, fortalecendo os jogadores com deficiência técnica e jogadores que não agüentarão a maratona que temos pela frente.

No meio da semana, no jogo do cruzeiro, quando Roger " Pé Quente " perdeu o penalti o comentarista do jogo juntamente com o locutor disse: "ele tem muito crédito". fiquei pensando que credito? E além de tudo "muito"? Já imaginaram se o 1º gol do Tupi, hoje contra o cruzeiro, fosse em cima do Carine, quais seriam os comentários desta turma?

Sempre que o Jonathan pega na bola o narrador da emissora de TV, comenta "o melhor lateral direito do Brasil premiado pela CBF no último campeonato". E oTardelli, o mesmo diz: não está tão bem quanto ao ano passado, sendo Tardelli premiado como melhor atacante e artilheiro da competição.

Penso, apesar de ser contra meus princípios, que Alexandre Kalil deveria aumentar a folha de pagamento do Galo incluindo esta turma que custa pouco, e nós daria um pouco de tranquilidade para trabalhar. Tenho convicção que a mesma "turma" tem contra cheque garantido do outro lado da lagoa da Pampulha.

Temos hoje um time em formação com jogadores de qualidade, estamos próximos de ter uma equipe e, consequentemente um grupo. O medo ronda os imimigos, que sabemos são fortes: marqueteiros, usam bem as influências e acostumou com o Galo sem comando.

E por fim, quero dar os parabéns as atleticanas, cruzeirenses, americanas, enfim, todas as mulheres pelo seu dia!


Talismar Silva

quinta-feira, 4 de março de 2010

Hasta Siempre comandante

"Garfado" mais uma vez, Luxa solta o verbo

Mais uma vez, a arbitragem mineira é alvo de Vanderlei Luxemburgo. Desta vez, o treinador do Atlético ficou revoltado com a postura do árbitro Emerson de Almeida Ferreira, escalado para o jogo desta quarta-feira contra o América de Teófilo Otoni, pelo Estadual.

Duas situações tiraram Luxemburgo do sério: a indecisão do árbitro quanto à continuidade ou não da partida, já que o gramado do estádio Nassri Mattar ficou alagado por causa da forte chuva; e o critério disciplinar durante o jogo.

Emerson de Almeida Ferreira, na volta para o segundo tempo, reiniciou a partida mesmo com o gramado alagado. Nove minutos depois, o árbitro paralisou o jogo, após consultar os capitães das equipes. Aguardou 20 minutos e recomeçou a partida, sem melhora no campo. Minutos depois, suspendeu o jogo.

“No intervalo do jogo, o árbitro tinha que chegar nos vestiários e falar que ia deixar passar 20 minutos, porque o jogo não tinha condição de continuar. Ele que tem que analisar, ele está aqui para isso. O delegado está aqui para reunir e ver que não tem a mínima condição de ter jogo. Quando estava terminando o primeiro tempo, já tínhamos visto isso”, disse Luxemburgo.

Segundo o técnico, Emerson de Almeida Ferreira só suspendeu a partida após um telefonema do presidente da Federação Mineira de Futebol, Paulo Schettino. “O que mais me assusta, e não tenho problema de falar, porque não ofendo ninguém, é que a ordem de terminar o jogo não foi do árbitro, que deveria, no intervalo, ter terminado. Houve um telefonema do presidente da Federação para parar o jogo. Como que o presidente da Federação, sem pegar um pinguinho de chuva na cabeça, deve estar em casa vendo jogo, manda parar de lá pra cá? Quem tem que parar é o delegado, o juiz”, disse.

Antes da suspensão da partida, o atacante Diego Tardelli reclamou uma fisgada na coxa esquerda: “A lesão do Tardelli poderia acontecer em qualquer circunstância, porque o jogador está exposto a lesão. Só que, com tanta experiência que a gente tem, o ritmo do jogo mudou, a bola começou a parar e o jogador arranca e para, arranca e para. Além disso, os jogadores ficaram aqui fora muito tempo e esfriaram. Todos ficaram mais expostos à lesão”.

Banalização do cartão
O aspecto disciplinar também foi questionado por Vanderlei Luxemburgo, que não concordou com a expulsão do lateral Leandro no final do primeiro tempo, após receber o segundo cartão amarelo. O treinador criticou o presidente da comissão de arbitragem Jurandy Gama Filho.

“É o grande responsável pela arbitragem em Minas, e que não é do ramo. Está aí forçando os árbitros a criarem uma cultura de banalização do cartão amarelo. Os árbitros acham que vão conduzir o jogo através do cartão. Falta pertence ao jogo. Falta violenta é que não pertence”, disse. “Eu tive três jogadores expulsos até agora, mas nenhum deles deu porrada em ninguém. O cara do América-TO, malandro, em campo molhado, simula uma jogada mais violente, me parece que nem foi falta”, acrescentou.

fonte: UAI

segunda-feira, 1 de março de 2010

Luxemburgo condena firulas: 'Precisamos maltratar o adversário na bola'

Técnico se irrita com jogadas de efeito contra o Uberlândia e diz que está criando uma filosofia no Atlético-MG, com futebol bonito, mas eficiente

A vitória por 5 a 2 sobre o Uberlândia não foi tranquila do início ao fim. Quando abriu 4 a 0 no placar, logo aos três minutos do segundo tempo, o Atlético-MG perdeu a concentração e deixou que o adversário marcasse duas vezes nos dez minutos seguintes. O técnico Vanderlei Luxemburgo não gostou do relaxamento da sua equipe, e muito menos dos lances de efeito demonstrados por alguns jogadores.

- Dei uma bronca para mostrar que uma equipe grande, se quer ganhar títulos, disputar grandes partidas e ser superior, precisa maltratar o adversário na bola, e não com jogadas de efeito, porque isso não leva a lugar algum - afirmou.

Ele definiu como pane do Atlético-MG o início do segundo tempo, em que o Uberlândia fez dois gols, e disse que os lances de efeito podem enervar os adversários e fazer com que eles entrem de forma mais dura nas divididas, causando lesões em seus comandados. Afirmou que está tentando moldar o Atlético-MG ao seu estilo.

- Eu estou criando uma filosofia, pois meu time joga bonito, mas eficiente e respeitando o adversário - explicou Vanderlei, ressaltando que não é contra as jogadas de efeito. - Quero que (o atleta) faça a jogada de efeito, mas ela precisa ser produtiva.

Globo.com

Obina faz oito gols na semana e pede musica no Fantástico

O atleticano teve direito a duas músicas: o hino do Galo e uma de Jorge Aragão. Já o estreante com a camisa do São Paulo, Fernandinho, quis ouvir seu xará cantar.